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NÃO CONFUNDA ALHOS COM BUGALHOS - Notas e reflexões heterodoxas semanais

A liberdade se mantém robusta e vivaz quando os indivíduos cultivam uma vida religiosa vibrante. Sem isso, o Estado Democrático de Direito acaba, sutilmente, tornando-se um sistema totalitário abusivo, sem necessariamente mudar de nome ou de feição.


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O dever número um de um bom governo é proteger o povo de todo e qualquer abuso, principalmente daqueles que possam ter sua origem no próprio Estado; não é, de jeito maneira, atribuição de um governo administrar a vida das pessoas.


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Se cometermos o disparate de achar bonito o cerceamento da liberdade de expressão, com o tempo estaremos todos, de forma silente, sendo encaminhados para o abismo sem nos darmos conta, apenas porque autoridades imbuídas das "melhores intenções" quiseram nos proteger contra os "excessos" da liberdade de pensamento.


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Um povo sem senso moral não é capaz de edificar uma sociedade democrática, mas está totalmente habilitado a erigir uma oclocracia.


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Se não somos capazes de ser bons vizinhos, dificilmente seremos bons cidadãos.


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As pessoas capazes de externar gratidão são aquelas que realmente sabem o que significa essa tal de felicidade, mesmo que não tenham palavras para explicá-la. Já os indivíduos incapazes de ser gratos e de externar um mínimo de gentileza, sem se darem conta, estão erodindo tudo o que há de nobre em seus corações, reduzindo-se, gradativamente, à mais abjeta animalidade.


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Os nossos governantes não medem esforços para desperdiçar os recursos advindos do trabalho do povo sob o pretexto de, é claro, servi-lo — quando, na verdade, apenas servem-se dele.


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Escrevinhado por Dartagnan da Silva Zanela - professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de “UM GRANDE MONTE DE PÓ E SOMBRAS”, entre outros livros.

https://lnk.bio/zanela 




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