Muitas pessoas têm uma mentalidade de sabujo, a qual pode ser resumida nos seguintes termos: o sujeito adora, ama de paixão, bajular os seus superiores, ao mesmo tempo em que devora com toda sorte de escárnio os seus semelhantes.
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Sim, a educação liberta. Mas a educação em seu sentido lato, não os arremedos desta nobre arte que frequentemente são apresentados como o melhor troço que há na Via Láctea.
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Thomas Jefferson dizia que se os governantes agissem como estadistas, e procurassem dedicar-se com afinco para levar o seu povo a tornar-se mais esclarecido e ilustrado, as tiranias iriam desaparecer, as opressões iriam fenecer, e um novo dia iria alvorecer na sociedade, onde os espíritos da truculência e da malversação sucumbiriam. Mas, entre nossos governantes, há estadistas? Pois é.
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O segredo, o grande segredo para levarmos as pessoas a aprenderem a valorizar aquilo que, de fato, tem valor, é sabermos amar aquilo que é digno e bom e, principalmente, aprendermos a desprezar tudo aquilo que não o é.
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Podemos dizer que a alma humana é como uma árvore frondosa e que, enquanto tal, deve ser devidamente podada para ser bem orientada e receber, de forma zelosa, enxertos que a vivifiquem e permitam que ela dê bons frutos com o tempo. Em poucas palavras, poderíamos dizer que esse é o cerne de uma boa educação.
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Que todos nós tenhamos a ousadia de São Josemaria Escrivá para pedir a Deus que nos auxilie para que tenhamos peso e medida em tudo aquilo que formos fazer — menos no amor.
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Todo bom professor deve ter claro em seu horizonte de consciência que o cerne de sua vocação é a missão de abnegadamente despertar as inteligências, começando, naturalmente, pela sua. Esforço insólito esse que deve ser feito todo santo dia, até o fim de nossos dias neste vale de lágrimas.
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Escrevinhado por Dartagnan da Silva Zanela - professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de “UM GRANDE MONTE DE PÓ E SOMBRAS”, entre outros livros.
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