Se os fins que almejamos realizar são degradantes, que dignidade poderão ter os meios que iremos empregar para realizá-los? Essa é toda a tragédia de grande parte dos nossos planos.
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Existem muitas vidas que nós deveríamos tomar como um tema frequente de meditação. Dentre elas, penso que deveríamos regularmente refletir sobre a vida de Judas Iscariotes e a respeito de São Dimas.
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Seguir com retidão uma vocação é, com serenidade, questionar as ideias que afirmam que deve haver um equilíbrio entre o trabalho e a vida.
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Não confundamos jamais a macaqueação de um ataque de histeria midiaticamente concebido com as sinapses de uma sincera e abnegada iniciação à procura pelo conhecimento honestamente edificado.
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É importante não nos esquecermos de que as redes de informação não procuram maximizar a compreensão da verdade — nada disso. Elas procuram, invariavelmente, encontrar um equilíbrio entre os interesses de alguns grupos, as farsas convenientes, as verdades inapropriadas e a ordem que é almejada pelos oligarcas que, de formas mil, governam este mundo que vive à deriva.
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Toda burocracia se dispõe de bom grado a sacrificar a verdade em favor de uma ordem que, ao final, apenas favorece a mediocridade.
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Como nos ensina Santo Agostinho, errar é humano, tremendamente humano; mas persistir no erro, teimando feito uma mula, não é humano, é diabólico.
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Escrevinhado por Dartagnan da Silva Zanela - professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de “UM GRANDE MONTE DE PÓ E SOMBRAS”, entre outros livros.
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