A sociedade — toda e qualquer sociedade — é composta por pessoas; logo, forçosamente, ela manifestará as mesmas qualidades dos seus integrantes.
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Cada um tem as suas razões; cada qual tem as suas vaidades.
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O egoísmo, em sua forma coletivista, manifesta-se como um sectarismo, justificado ou não por uma ideologia. A vaidade, quando se manifesta coletivamente, o faz na forma de uma ideologia que justifica toda e qualquer absurdidade.
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Todo bom principiante é um pouco cético; já todo cético sempre será apenas um principiante.
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A história seria a soma dos erros humanos narrados na forma de um drama paradoxal.
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Para além dos mórbidos limites da razão pura, temos o pulsar da razão vital.
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Neguemos o racionalismo, que nulifica a vida, e digamos "não" ao relativismo, que faz a razão evaporar.
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Lembremos: o "não" nunca é definitivo, da mesma forma que o "sim" jamais é absoluto.
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Três objetivos convergentes: purificação, iluminação e perfeição. Três caminhos inseparáveis: meditação, oração e contemplação.
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Escrevinhado por Dartagnan da Silva Zanela - professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de “BEM LONGE DO CORAÇÃO SELVAGEM”, entre outros livros.
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