O que muitos chamam de cultura, de alta cultura, não passa de siricuticos de uma alma medíocre que se consome em risinhos histéricos.
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Há algum antídoto para um simulacro de cultura e para uma consciência criticamente fingida? Sim: vergonha na cara e estudar com zelo e seriedade.
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Ao romper de uma crise, podemos derramar lágrimas de angústia ou de arrependimento. Estas são lágrimas que lavam nossa alma; aquelas são as que irrigam nossas dores e excitam nossas mágoas.
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Para entendermos de uma vez por todas que modismos não têm força para ditar as regras e guiar os rumos da história, basta que vejamos algumas fotos antigas.
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Ser alguém na vida, muitas vezes, é uma forma de punição.
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Ser autêntico é a base da genialidade. O problema é sabermos o que, de fato, seria essa tal de autenticidade neste mundo de simulacros.
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É mais fácil manter a disciplina do que querer estar o tempo todo motivado.
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Pecados que não provocam uma contrição em nosso coração geralmente nos levam a outros pecados.
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A verdade, muitas e muitas vezes, acaba caindo em ouvidos sujos.
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Como nos ensina Paul Ricoeur, o homem, enquanto animal político, antes de qualquer coisa, é um animal poético e um animal simbólico. Não nos esqueçamos jamais disso.
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Escrevinhado por Dartagnan da Silva Zanela - professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de “REFAZENDO AS ASAS DE ÍCARO”, entre outros livros.
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