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ENTRE O DESDÉM E A PRONTIDÃO - notas e reflexões heterodoxas semanais

Sem se darem conta, muitíssimas vezes os divergentes estão plenamente certos naquilo em que divergem. E é uma pena que estejam tão aturdidos pelas emoções do momento para perceberem que estão falando do mesmo problema a partir de perspectivas distorcidas.


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Deus, em sua infinita e inefável sutileza, escreve o Seu santo nome na alma de cada ser humano.


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Três conselhos providenciais que desdenhamos frequentemente: sejamos atentos, muito atentos, ao ouvir qualquer coisa, por mais banal que seja; procuremos estar sempre de prontidão para estudar, orar e trabalhar; por fim, nunca — nunca mesmo — nos afobemos para responder a alguém.


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Três perguntas que toda pessoa deve fazer a si mesma: o que o ser humano deve fazer? O que, frequentemente, o ser humano faz? Quais são os motivos que levam o ser humano a fazer o que faz e a desdenhar aquilo que ele deveria fazer?


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Tudo nos é útil, tudo, desde que não nos esqueçamos de que aqui estamos para servir a vontade de Deus.


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Todos nós já levamos alguma bronca, não tem lesco-lesco. E, por isso, é importante sempre termos claro que uma bronca vem acompanhada de informações preciosíssimas — se soubermos ler as suas entrelinhas.


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Há quem recrimine o inconformismo e a insatisfação que brotam em nosso coração e, sejamos francos: se essas tranqueiras apenas servirem para ficarmos de "mimimi" e vitimismo, devem ser extirpadas de nossa vida o mais rápido possível. Porém, se elas nos impelem à ação criativa, a conversa muda de figura.


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Sem uma saudável dose de insatisfação e inconformismo, nós não sairíamos da cama; não daríamos um passo sequer adiante.


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Escrevinhado por Dartagnan da Silva Zanela - professor, escrevinhador e bebedor de café. Autor de “UM GRANDE MONTE DE PÓ E SOMBRAS”, entre outros livros.

https://lnk.bio/zanela 




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