ALMA DUM TREM FUÇADO


Por Dartagnan da Silva Zanela (*)

Desconfie sempre, sempre mesmo, de todo caipora que, quando se coloca a defender as tais das “suas ideias”, o faz mais ou menos assim: “é que nós pensamos isso, assim e assado” ou, “porque nós defendemos aquele outro por isso e por aquilo” e blábláblá.

Desconfie sempre, sempre, sempre, porque todo carniça que se esconde atrás de coletivos pra dizer qualquer excremento mental não passa dum tonto que apenas reconhece-se como algo quando está junto – física ou virtualmente – de nulidades similares a ele.

E, em regra - e essa regra dificilmente falha - gente assim leva uma vida vazia de sentido e repleta de toda ordem de superficialidades.

Não é à toa que tais criaturinhas defendam as ideologias totalitárias mais toscas e assassinas como se ela fosse a maior lindeza da história e, tudo isso, com a aquela posse de defensor dos frascos e comprimidos.


(*) Professor, cronista e bebedor de café.

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