QUASE POESIA, N. 105

Quando as mãos cansadas se veem unidas
E os joelhos se dobram diante do altar
Para uma humilde prece aos céus entoar
A corte celeste coloca-se ao lado
Da alma suplicante que reza com seu fardo
Para que a graça insistentemente pedida
Possa urgentemente ser por Deus atendida
E para que sua alma suplicante seja inundada
Pela doçura da misericórdia divina.

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