QUASE POESIA – n. 47 (02/I/2017)

A bandeira no mastro hasteada
Desbotada, carcomida e rascada
A tremular à frente do palácio
Largada como se fosse um trapo
Dá um testemunho silencioso
Dos maus tratos e do abandono
Impingidos de modo vil e sádico
Ao sofrido e desemparado povo.

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