QUASE POESIA – n. 21 (12/XII/2016)

Eis que a rosa negra exala no ar a sua doce fragrância
Levando o cálice de desejo a transbordar em abundância
Eriçando a mão que, trêmula, quer afagar as suas pétalas
E possuir a negra rosa que quer ser amada sem pressa.

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