quinta-feira, 28 de abril de 2016

[áudio] PROGRAMA AVE MARIA, 28 de abril de 2016.

Apresentação: Dartagnan da Silva Zanela


 

DA INVENÇÃO ORDINÁRIA DA HISTÓRIA

Por Dartagnan da Silva Zanela (*)

(1)
Receita perfeita para uma tragédia em larga escala: dinheiro e poder nas mãos de um idiota bem intencionado.

(2)
Apenas almas mesquinhas e tacanhas utilizam o subterfúgio covarde da perseguição política; um atestado, uma confissão cabal de incapacidade.

(3)
Todo abuso do poder, numa sociedade democrática, não é uma demonstração de força política. É apenas um atestado de fraqueza moral.

(4)
Em tempos de rebu político a História é a primeira a ser citada e a última a ser estudada.

(5)
Há uma diferença abissal entre o conhecimento histórico adquiro e a assimilação tonta de jargões e estereótipos históricos ideologizados.

(6)
É inconveniente, mas é necessário que seja dito: Che Guevara, sozinho, mandou matar muito mais gente do que todos os Governos Militares Brasileiros juntos e misturados.

Ou seja: um único comunista no poder de uma nação conseguiu ser muitíssimo mais letal e brutal que todo o exército brasileiro que estava lutando pra tentar evitar que o país se tornasse uma nação com uma governança similar a que castiga o povo cubano.

Vale lembrar que os militares, no Brasil, não mais estão no poder; os irmãos Castro, por sua deixa, ainda estão - o que é profundamente democrático. E se você disser que não é golpe.

Tem outra: aqui tivemos a atuação de uma comissão da “meia verdade” (ou da verdade se preferir). Lá, na amada e idolatrada Cuba, mesmo isso é um sonho muitíssimo distante para o sofrido povo caribenho.

(7)
Indagações politicamente incorretas: quantas pessoas foram mortas sob o comando do Coronel Brilhante Ustra? Quantas pessoas foram mortas sob o comando de Che Guevara? O que um e outro pretendiam com suas ações? Pois é. Por essa e outras que desconfio, e muito, de toda essa pseudo-indignação moral que hoje toma conta da grande mídia e da classe falante brazuca.

(8)
Somente uma pessoa muito desatenta, ou mal intencionada, não percebe que a imagem da luta armada no Brasil nos anos sessenta e setenta é hoje apresentada pela grande mídia e pelos livros didáticos sugeridos pelo MEC duma forma profundamente mitificada. Se não quebrarmos com essa visão romântica de nossa história recente, dificilmente conseguiremos ter uma visão mais lúcida e equilibrada sobre o referido período histórico.

(9)
Perguntar não ofende: imagine que você não é apenas um indivíduo politicamente correto que gosta de fazer pose de alminha pura e limpinha, mas sim, uma pessoa de armas que tem, muitas vezes, que sujar as suas mãos para que pessoas moralmente limpinhas possam continuar fazendo pose de superioridade olímpica. Imaginou? Bem, agora imagine que um grupo insurgente (usemos esse termo), resolve realizar um atentado a bomba num aeroporto com o objetivo de atingir, de matar o presidente da República. Imagine que esse é um entre inúmeros atos violentos cometidos por vários grupos desse gênero. Imaginou a situação? Muito bem, então lá vai a pergunta sacana: o que você faria pra conter, pra combater esses grupos insurgentes?


Observação: o atentado ocorreu, de fato, ocorreu em 25 de julho de 1966, no aeroporto de Guararapes e tinha por objetivo matar o então presidente General Costa e Silva. O grupo responsável pelo atentado foi a AP (Ação popular).

terça-feira, 26 de abril de 2016

SORRISOS CÍNICOS E CUSPES MIMADOS

Por Dartagnan da Silva Zanela (*)

(1)
Você gostou da série 24 horas? Pois é, aponte-me uma personagem histórica que se assemelhe com a personagem ficcional Jack Bauer.

(2)
A tecnologia não é má, não mesmo. O que nela torna-se ruim é que acabamos vivendo no seu ritmo maquinal, que é contrário ao passo vital.

(3)
O convício democrático do Zé baseia-se na apresentação da sua versão sem contrastar com os fatos ou com a versão do casal cuspido. Que fofo.

(4)
Cuspo em coxinha, logo, sei conviver democraticamente.

(5)
Quem acompanha o twitter do Zé de Abreu sabe que ele é um doce de coco de "tolerância" e "respeito". Um primor "democrático" até no salivar.

(6)
Na Paulista um punhado de vermelhinhos cospe em fotos de políticos e convidavam os transeuntes a fazer o mesmo. Um primor de civilidade.

(7)
Uma aula de convivência democrática e tolerância vermelha e, obviamente, um exemplo primoroso de educação doméstica. https://www.youtube.com/watch?v=q8ikN1D8Xzw

(8)
Diga para si, com total franqueza: o que eu realmente conheço a respeito da história recente de nosso país? O que de fato eu sei sobre os governos militares que não seja baseado nos estereótipos aprendidos através de aulas ginasiais, por meio dos livros didáticos recomendados pelo MEC e através da grande mídia? Aliás, quantos livros sobre esse período de nossa história foram lidos por nós? Outra coisa: a que pensamos sobre o assunto? Quantas questões nós levantamos em torno dos acontecimentos que marcaram os anos verde-oliva? Pois é, e mesmo assim continuamos fazendo pose de sabido, de entendidos no assunto sem nunca tê-lo estudado, meditado sobre ele, com a seriedade mínima exigida.

(9)
Chamar alguém de fascista não a transforma num, mas evidencia que você é um perfeito imbecil.

(10)
Analfabeto político e demente histórico é aquele que chama de fascista todos os cidadãos que discordam dele. Uma fofura de criticidade.

(*) professor e cronista

domingo, 24 de abril de 2016

A LONGA MARCHA DO ENGANO

Por Dartagnan da Silva Zanela (*)

Uma frescuragem maléfica muito frequente em nossa sociedade é a atuação daqueles caiporas iluminados – intelectuais ungidos, conforme as palavras de Thomas Sowell - que, nada mais são que pessoinhas que acreditam que estão autorizadas a reorientar os passos claudicantes de toda a humanidade pra direção que é apontada por seus umbiguinhos. Intenção essa que resvala e cai feio em todas as tentações totalitárias imagináveis.

Essa gentalha sapiens diplomada não apenas quer reformar a vida, mas quer fazer isso desprezando o conhecimento precioso que se encontra presente na prática daqueles que estão no dia a dia resolvendo problemas reais com métodos e práticas, de fato, eficazes, bem diferente daqueles que são regurgitadas por essas mentes letargicamente críticas.

Exemplo simples desse fenômeno - o que não significa que seja simplista - é o que a educação da gurizada brazuca vem sofrendo.

Nesse quesito, o Brasil está cheinho de esquisitões cheios de ideias progressistas e inovadoras que eles acreditam candidamente que tem tudo para dar certo, apesar de serem evidentemente equivocadas.

Se fôssemos abordar todas as esquisitices que infectam a seara educacional poderíamos, com tranquilidade, escrevinhar um livro bem gordinho com letras bem miúdas sobre o assunto, porém, como diz um velho amigo, não ganho por insalubridade para ficar lidando por tanto tempo com um troço tão deletério como esse. Por isso, para não termos uma disenteria mental procuremos nos ater à apenas um. Pequeno, porém, não sem importância.

Uma fala recorrente nas sucursais desesperançadas do submundo escolar é aquele trelelê que afirma que os professores tem dificuldades em lidar com a indisciplina dos mancebos porque eles querem dar aulas para alunos ideais e não para alunos reais. Por isso, segundo essa gente que não conhece nem mesmo o cheiro do giz de uma sala de aula, os educadores deveriam ser mais realistas e se adaptarem aos alunos ao invés de ficarem lamentando-se dos dissabores muitas vezes colhidos com os malfeitos infantis.

Ao ouvir uma fala melosa como essa muitas almas acabam por acatar o dito e pensam, de fato, que é assim mesmo que o trem funciona, que o grande mal do sistema de ensino seria que ele não é pensado para trabalhar com alunos reais e blábláblá. Ou seja: por desatenção acaba-se aceitando uma premissa falsa que leva a uma série de ações equivocadas que apenas nos levam a colher maus frutos. E que frutos.

Explico-me: todo professor e bem como um sistema de ensino razoavelmente sério, idealiza um aluno estabelecendo critérios básicos que apontam para as características mínimas que um infante deve apresentar para que o trabalho de ensinação possa realmente ser realizado satisfatoriamente. Aliás, para qualquer atividade humana exige-se sempre um conjunto de pré-requisitos, menos nas cabeças bem pensantes brasileiras. Eles não entendem que um ideal existe para ser superado e que, sem um ideal - por mais rasteiro que seja - não há superação.

Ora bolas! Esperar que uma criança trate professores e funcionários com um mínimo de respeito, que ela realize as tarefas que são solicitadas e, obviamente, que o pequeno haja com decoro para com seus coleguinhas e para com o patrimônio público é o mínimo que se exige para que uma criança possa integrar um ambiente coletivo destinado a formação de pessoas dignas, responsáveis, prestativas e boas. Entretanto, exigir educação doméstica e cultivar regras claras (com efeitos claros), que seria indispensável para o bom andamento de todo e qualquer trabalho pedagógico é algo que escandaliza os carniças críticos que desorientam a educação nacional.

Bem, como não mais se presume que seja necessário estabelecer alguns pré-requisitos para poder integrar o espaço escolar, esse acaba se tornando um ambiente avesso a educação. Uma verdadeira casa da mãe Joana em muitos casos.

Infelizmente, esse é o cenário do sistema educacional brasileiro. Sistema que considera um ultraje excludente inaceitável exigir-se que uma criança apresente pré-requisitos mínimos para frequentar uma sala de aula e, ao mesmo tempo, minimiza ao máximo os meios efetivos para a instituição poder cultivar os bons hábitos o que, por sua deixa, acaba por prejudicar mais ainda todas as atividades pedagógicas possíveis.

Para melhor compreensão, imaginemos o seguinte: imaginemos que uma autoridade ordena à direção de um colégio que aceite em seu seio um indivíduo violento, anti-social e de maus hábitos para “assistir aulas” com as crianças (e isso acontece com muita frequência). Bem, o que a “otoridade” que ordena isso está fazendo? Na cabecinha ungida dele, imagina estar garantindo o direito à educação do indivíduo, protegendo-o por ser uma suposta vítima da sociedade opressora e blábláblá. Fofo, não é?

Pois é, mas na prática o que ele está fazendo mesmo é expor inúmeras crianças a uma pessoa evidentemente perigosa, um elemento que irá desestabilizar o convívio entre os infantes – que, em muitos casos, já não é lá essas coisas - e, obviamente, irá criar uma situação onde a atividade de ensino será fragilizada ao extremo, quando não acaba tornando-a seu oposto.

Se imaginar isso é algo feio, mais feio ainda é saber que tal desgraça acontece às pencas nas instituições estatais de ensino do Brasil. E acontece por causa dessas ideias fecais que orientam as decisões tomadas por inúmeras “otoridades” pelo Brasil a fora.

E tem outra! O escroto nisso tudo é que, gente assim, toda boazinha, permite que os filhos de trabalhadores honrados fiquem expostos a figuras crespas para proteger o direito desse indivíduo que é uma ameaça a todos ao mesmo tempo em que rasga os direitos dos demais por puro bom-mocismo afetado.

E pior!  Ao mesmo tempo em que fazem essa monstruosidade com os filhos dos outros, que usam os serviços estatais de ensino, eles colocam os seus lindos filhinhos para estudar numa escola particular cara de gente bacana. Ora, se essas almas são tão boazinhas, se querem tanto defender os direitos desses indivíduos, por que não coloram essas figuras notoriamente perigosas para estudar com os seus filhos? Por quê? Porque aí a coisa muda de figura, não é mesmo seu safadão?

Enfim, a mentalidade desses indivíduos é, sem brincadeira, doentia, pra dizer o mínimo. E o pior é que gente com esse tipo de enfermidade não falta nesse nosso Brasil. Pessoas que estão - já faz muito - a ditar os turvos rumos de nosso triste e desaprumado país; pessoas que realizam isso idolatrando Paulo Freire e fazendo uma verdadeira ECA com o futuro de nossas crianças; com o futuro de nosso país.

(*) professor e cronista.

APENAS UMA BEXIGA CHEIA DE ÁGUA

Por Dartagnan da Silva Zanela (*)

(1)
Marxismo, antes de qualquer coisa, é um conjunto de estratégias inescrupulosas de tomada total do poder político, econômico e espiritual.

(2)
Temos o nosso Frank Underwood. Temos uma série toda só pra dizer que é nossa, em tempo real. House of Cunha. Um jogo bruto do começo ao fim.

(3)
É tão fofo vermos pessoas fingidas falarem da hipocrisia alheia ao mesmo tempo em que se escondem na sordidez de sua mediocridade. Um mimo.

(4)
Fixar rótulos infames como homofóbico e racista numa pessoa é uma prática típica de medíocres que julgam o mundo pela altura de seu umbigo.

(5)
A verdade, mesmo dita de modo simplório, continua sendo o que é. E, mesmo enfeitada, a mentira segue sendo o que nunca deixará de ser.

(6)
Apenas tolos admiram uma pessoa pela pompa afetada na fala. Aliás, os tolos não sobrevivem sem uma boa dose de afetação.

(7)
A CPI do MEC será um marco fundamental pra se defenestrar a palhaçada doutrinária que perverteu a educação e desmoralizou o ensino no Brasil.

(8)
Então Zé de Abreu resolveu cuspir também num desafeto. Hum. Como essa gente tolerante e democrática não mais consegue ficar atrás da máscara.

(9)
Só pra constar: essa folia de ficar cuspindo na cara dos adversários políticos vai acabar dando merda. Chamá-los de fascistas também.

(10)
Olhando com desprendimento, não tem como não constatar que a transformação duma fantasia sexual em bandeira política seja uma esquizofrenia.

(11)
Não obrigo ninguém a gostar de mim, muito menos a concordar comigo. Na verdade, nem mesmo eu concordo comigo mesmo em muitas ocasiões.

(12)
Não tenho o costume de cuspir na cara (real) nem no perfil (virtual) de ninguém. Francamente, esse tipo de atitude não passa de afetação de “superioridade moral” ofendidinha, de recalque mal resolvido, de pura e simples brutalidade politicamente correta que, cansada de seu disfarce de boazinha, manifesta-se.

(13)
Zé de Abreu se gabou no twitter de ter cuspido até mesmo na cara da mulher de seu antagonista. Isso sim, Zé, é que é covardia e cinismo.

(14)
Essa gente tolerantezinha, de duas mãos canhotas, literalmente baba e se cospe de tão tolerante que é. Solução: anti-rábica neles já.

(15)
Cuspo, logo, sou vítima e coitadinho e, por isso, tenho razão.

(*) professor e cronista.

sexta-feira, 22 de abril de 2016

UM E OUTRO TWITTER EM DIA DE TIRADENTES

Por Dartagnan da Silva Zanela

(1)
Parafraseando Vinicius, as feias que me desculpem, mas ser bela e recatada é fundamental. Só pra constar: ser do lar, não é imoral.

(2)
Um governante é ao mesmo tempo uma imagem da ordem e um símbolo ordenador. Se ele não cumpre essa função inevitavelmente perverterá a nação.

(3)
Poetas são os legisladores não reconhecidos e esses os poetas que cantam a ordem. Uma nação padece no caos se carecer do canto de ambos.

(4)
Um mau poeta é uma tragédia; um mau legislador é uma desventura; uma sociedade que apenas tem isso está desgraçada em verso e prosa.

(5)
Um herói é um símbolo que cristaliza os valores dum grupo de pessoas. Compreenda o que ele representa e entenderá aqueles que o cultuam.

(6)
Conhecer história não é repetir lugares comuns celebrados pelos livros didáticos oficiais do MEC. Conhecê-la é ir para além disso. Bem além.

(7)
Heróis e vilões sempre tem suas mãos sujas. Todos eles. O que diferencia um do outro é pelo que e como eles sujaram as mãos.

(8)
A história é irônica mesmo. Sempre coloca uma pessoa torta pra fazer a coisa certa pelos motivos errados e confundir os nossos miolos.

(9)
Confessar sinceramente os pecados é a única via possível para não pervertermos a nossa consciência e não avacalharmos com o nosso caráter.

(*) professor e cronista.

quinta-feira, 21 de abril de 2016

PROGRAMA AVE MARIA, 21 de abril de 2016.

Apresentação: Dartagnan da Silva Zanela

 

RASCUNHOS POLITICAMENTE INCORRETOS

Por Dartagnan da Silva Zanela (*)

(1)
Uma mudança de perspectiva não é progresso. É apenas uma mudança na forma de ver o mundo. Mudança essa que pode ser um progresso em relação a algo, um retrocesso em comparação com certas coisas e, em muitos casos, apenas uma estupidez dita de maneira rebuscada.

(2)
Homenagear assassino e terrorista comunista pode. Enaltecer ideologias e regimes rubro-totalitários também pode. Babar e entrar em êxtase diante da efígie de tiranos marxistas é lindo de morrer. Agora, homenagear qualquer um que tenha lutado contra isso não pode; é feio e indigno de ser feito. Carambolas! A imbecilização coletiva, em nosso país, definitivamente não tem fronteiras.

(3)
Perguntar não ofende: se Dilma for mesmo impedida, isso irá quebrar com o aparelhamento petista no Estado Brasileiro?

(4)
Reinaldo Azevedo azedou com o Olavo porque nenhum deputado citou-o na votação do Impeachment. Quatro citaram o Olavo. Tadinho. Tio Rei ficou dodói.

(5)
O ECA não foi concebido pra zelar da infância; ele serve sim, e muito bem, pra pervertê-la, para que os infantes se tornem adultos mimados sem grandes dificuldades.

(6)
Literatura é um unguento pra iluminar a alma, não para ser decomposta criticamente por nossos olhos soberbos. Fazer isso seria o mesmo que dissolver uma pílula num copo d’água ao invés de ingeri-la. Não é à toa que abundam por aí pessoas vaidosamente críticas de uma e outra obra da grande literatura universal, mas que, ao mesmo tempo, são profundamente incapazes de compreender um único drama humano presente nas páginas desses grandes livros. Por essas e outras que criticidade não passa duma reles azia mental.

(7)
O que é corrupção? É a degradação dos meios advinda do desvio proposital de seus fins últimos para finalidades estranha a ambos.

(8)
Inteligentinhos manifestam um profundo desdém por Bolsonaro crentes de que o odiando estarão expressando uma excelsa sapiência crítica.

(9)
Desprezo afetado não sinaliza sabedoria, mas sim, aponta apenas para uma profunda anemia moral.

(10)
No fundo todo esse odiosinho ao Bolsonaro é apenas uma forma fingida de repressão dum desejo afetuoso pelo objeto odiado. Ai que ódio.

(11)
Dizer que sente vergonha alheia é frescura e fingimento. Na verdade o que o caipora sente é um ódio inconfessável quando diz isso.

(12)
Pra que ser chique quando é tão fácil sermos simples? Não é a chiqueza que faz o bom parlamento. É o senso de dever que faz bons parlamentares.

(*) professor e cronista.

quarta-feira, 20 de abril de 2016

HÁ ALGO DE PODRE NO AR

Por Dartagnan da Silva Zanela (*)

(1)
Parlar sobre aborto, do assassinato dum inocente, como se fosse um direito humano fundamental é simplesmente uma leviandade satânica. Ponto.

(2)
Na cabeça distorcida de algumas almas perturbadas, matar um inocente abortaria todos os males da humanidade. Todos, menos o mal que concebeu uma ideia sinistra como essa.

(3)
Um idiota confunde com uma facilidade abissal as esferas morais, jurídicas e políticas, pervertendo completamente a sua inteligência e, por fazer isso, sai contando vantagem.

(4)
Quando mais coerente um caipora quer parecer, mais idiota ele se apresenta com suas flagrantes contradições.

(5)
Se uma pessoa, até o momento, nunca tinha ouvido falar no caso Celso Daniel, com toda franqueza, deveria silenciar os lábios e parar de opinar sobre os rumos de país e, principalmente, parar de fazer aquela típica pose afetada de superioridade.

(6)
Exigir um respeito devido apenas a um Deus; ficar lutadinho por isso como se fosse um novíssimo direito fundamental é um claro sinal de que necessita-se urgentemente recobrar o senso de realidade. Só isso.

(7)
Quem declara que prisão é um retrocesso o diz por que mora num apartamento seguro e, por isso, jamais cogita o fato de que quem mais sofre com a impunidade são justamente os mais humildes que os defensores do fim da cana imaginam estar protegendo.

Sim, todos os defensores desse trem fuçado são pessoas bem intencionadas que, na melhor das hipóteses apenas conhecem a pobreza através de uma e outra obra de caridade e, na pior, apenas através de uma foto compartilhada numa postagem do facebook.

Porém, como todos sabem, aquele lugar desesperançado está cheio de boas intenções tanto quanto os bairros mais pobres padecem frente à crescente criminalidade que prospera de vento em popa em nosso país, muito bem abrigada pelo discurso politicamente correto que afirma soberbamente que punir não é um bom remédio.

(8)
Quem ignora o fato ululante do aumento monstruoso dos homicídios e estupros em nosso país e, ao mesmo tempo, afirma que esses biltres não devem ser encarcerados por tal atitude parecer aos seus olhinhos ilustrados um retrocesso, deveria, por coerência intelectual e moral, transformar sua casa num educandário para homicidas e estupradores e dispor-se, caritativamente, junto com os seus familiares, para recuperar essas cândidas alminhas injustiçadas pela sociedade malvada.

(9)
Um trem que parece, a meu ver, no mínimo esquisito é que as pessoas boazinhas, quando se veem diante de um meliante enquadrado pela polícia, sempre tratam com uma cretina desconfiança os agentes da lei e uma benevolência cínica o agente transgressor.

É incrível! A impressão que dá, francamente, é que para essa gente, um criminoso é uma espécie de mocinho mal compreendido e o policial sempre um malvadão dissimulado.

Enfim, cada cabeça uma sentença. Sei disso. Por isso, se você pensa assim, lembre-se: na hora do apuro, não chame os “homi” não. Chame o ladrão. Porque esse é um mocinho mal compreendido e o outro apenas um representante frio do sistema malvadão.

(10)
Heteronormatividade compulsória não é um conceito científico. É apenas uma figura de linguagem dentro dum cínico jogo linguístico.

(11)
Ideologia de gênero é uma perversão intelectual que, com base num bom-mocismo artificioso, nos leva a ignorar o óbvio em favor do absurdo.

(12)
Você se lembra o que é um imbecil coletivo identificado pelo professor Olavo de Carvalho em sua obra célebre? Não? Não sabe o que é isso?  Então vamos lá: imbecil coletivo é um grupo pessoas de inteligência mediana e, em muitos casos, até mesmo de inteligência elevada, que se reúnem prazerosamente para imbecilizar-se mutuamente. Entendeu?

(13)
Toda vez que ouço esse trelelê de ideologia de gênero e demais absurdidades do bom-mocismo politicamente correto, lembro-me da frase de Leon Bloy que diz que todo homem que não é santo – que não almeja e mesmo desdenha a santidade - é um porco. Pois é, atualmente, mais do que nunca, não há limites pra negação da santidade enquanto possibilidade e faz-se isso em nome de toda e qualquer imundice que bem apeteça aos vaidosos egos modernosos.

(14)
Para uma alma, carcomida pelo politicamente correto, o delírio torna-se a faixa média de percepção da realidade. A única em seu horizonte.

(*) professor e cronista.

terça-feira, 19 de abril de 2016

NOTAS RABISCADAS COM GIZ E CARVÃO

Por Dartagnan da Silva Zanela (*)

(1)
É sinistramente cômico vermos um comuna dizer que luta pela democracia. Pra eles a democracia é apenas um meio pra chegar à tirania vermelha.

(2)
A manipulação da linguagem, a imposição de uma narrativa totalizante, é a forma mais eficaz de dominar as mentes e subverter os corações.

(3)
O “x” da questão não é se uma ação é boazinha ou não, mas sim, o quanto essa custa à nação e com qual intenção política ela é realizada.

(4)
J. Wyllys cuspir em Bolsonaro após votar seria "tolerância" democrática, crime de ódio, cultura da “não violência” ou falta de educação mesmo?

(5)
Sem uma visão clara da conjuntura atual, sem uma estratégia de longo prazo, essa vitória contra o PT poderá ser apenas uma vitória de Pirro.

(6)
Quando alguém diz que é capaz de fazer o diabo para realizar alguma coisa você deve esperar tudo, menos uma atitude honrosa desse alguém.

(7)
Onde a inversão de valores faz-se imperar, palavras como respeito e hipocrisia perdem todo o sentido, tornando-se apenas rótulos vazios.

(8)
Em qualquer situação devemos considerar todas as alternativas de ação possíveis, sem desprezar nenhuma. Muito menos as aparentemente absurdas.

(9)
Quando um político afirma uma absurdidade jurídica, não significa, necessariamente, que ele não entende nada de direito. É bem mais provável que ele esteja simplesmente fazendo política. Nesse quesito, o direito é apenas uma parte, pequena, do jogo dos tronos que não deve, obviamente, ser desprezada, mas também, não podemos nos dar ao desfrute de superestimarmos a sua capacidade de determinação deste jogo escorregadio.

(10)
Elenque os meios de ação que o PT controla e ventile as ações possíveis que podem ser desencadeadas por intermédio desses ditos cujos pra, definitivamente, entender com clareza o que significa fazer o diabo pra não deixar as úberes estatais.

(11)
Um gesto revela muito sobre a alma de uma pessoa, principalmente a forma como reagimos a certas atitudes. Por isso as miudezas políticas são tão relevantes para compreendermos a mentalidade dos agentes políticos e das figuras que orbitam em seu em torno. Esses atos nos dizem praticamente tudo sem necessariamente utilizar uma única palavra.

(*) professor e cronista.

segunda-feira, 18 de abril de 2016

REFLEXÕES NUM DIA ACALORADO

Por Dartagnan da Silva Zanela (*)

(1)
Não vai ter golpe. Vai ter liberdade, mesmo que tardia. É o começo do fim do projeto totalitário petista e do Foro de São Paulo [comunista].

(2)
Cinquenta quatro milhões e tantos votos não autorizam um partido a descaradamente avacalhar com a cambaleante democracia brasileira.

(3)
Poder que não reconhece limite algum, que dispensa o fardo da responsabilidade, não aspira à democracia não. É poder que anseia por tirania.

(4)
Golpe sem vergonha é chamar impeachment de golpe. Um atentado contra o bom senso, um insulto contra a inteligência, um subterfúgio mequetrefe.

(5)
Somente uma alma ideologicamente tacanha é incapaz de não ver o absurdo que esse governo é e o mal que ele está fazendo para toda a nação.

(6)
A canalhada sempre diz que não há evidências para enquadrá-lo, como também sempre há uma multidão de inocentes para acreditar nesse trelelê.

(7)
Diga o que quiser para quem desejar, mas não espere que todos o compreendam, aceitem ou que lhe deem atenção que você tanto almeja.

(8)
Você pode ter a opinião que quiser da mesma forma que todos têm o direito de ignorá-la, se assim desejarem. Isso é liberdade de expressão.

(9)
O "X" da questão não é a corrupção. A grande questão é o projeto totalitário do Foro de São Paulo que está dissolvendo a nossa triste nação.

(10)
Corrupção é um mal, sim senhor. Mas quando se torna um instrumento para realização da sanha totalitária duma facção, ela se torna uma praga.

(11)
Ignorar o perigo que o Foro de São Paulo representa para o futuro do Brasil é o mesmo que querer tratar um câncer com uma aspirina.

(12)
Você não sabe o que é o tal do famigerado Foro de São Paulo? Então procure saber. Conhecer isso não lhe fará bem, mas é necessário conhecê-lo.

(13)
Diploma não é garantia de sabedoria; porém, abona o indivíduo com presunção suficiente pra se colocar acima da razão com chavões ocos.

(14)
A afobação em responder a tudo e a todos nos faz cometer inconveniências nada originais. Nada originais mesmo.

(15)
Totalitarismo é corrupção em estado bruto. Onde o poder singra por essa via, a corrupção torna-se total e silenciosamente assassina.

(16)
Foro de São Paulo - procure saber o que é. Foro de SP - não ignore o que ele está a fazer. Foro de SP – não desdenhe o que ele quer realizar.

(17)
Gente inconveniente, ideologicamente desorientada, é assim: segue em frente dizendo o quer, vendo o que lhe convêm e ignorando todo o resto.

(18)
A política é a arte do possível. O caminho da perfeição e da pureza chame-se santidade. Confundir uma coisa com outra é pura pilantragem.

(19)
Tem gente que consegue ser mais chata que um chinelo de dedo velho arrumado com um prego enferrujado.

(20)
Ouvir um deputado justificar o seu voto positivo para o impeachment de Dilma citando Olavo de Carvalho não tem preço.

(21)
Enfatizar unicamente a hipocrisia do Congresso ignorando os malfeitos do partido limpinho da ética é a forma mais decantada de hipocrisia.

(22)
Não temos o voto distrital, infelizmente. Porém a sociedade civil está aprendendo a usar o eco das ruas e a pressão política digital.

(23)
O culto histérico a personalidades psicopáticas é típica de almas atomizadas, sorumbáticas, desprovidas de valor e profundidade.

(24)
Dep. Hipotéticus: "contra o mau uso da mortadela, contra o culto da mandioca, contra o vento estocado, contra a mulher sapiens eu voto sim".

(25)
Respeito o seu direito de dizer às sandices que bem entender; mas, por obséquio, seja bacana e me poupe de ter que ouvi-lo. É demais pra mim.

(26)
Depois de mais de um ano de pressão, enfim a tão esperada votação.

(*) professor e cronista.

domingo, 17 de abril de 2016

REFLETINDO SOBRE O MIMIMI ENGAJADO

Por Dartagnan da Silva Zanela (*)

(1)
A realidade e a alma compõem-se de tensões e contradições. Articulá-las a partir de princípios é viver. Revoltar-se, um mero sinal impotência.

(2)
Você não inventou a realidade e ela não te determina. Você atua na realidade, e a partir dela, ao mesmo tempo em que ela te influencia.

(3)
MST, 13 anos com o governo do PT. Nesse tempo, fizeram o que pela reforma agrária? Pois é. Fizeram o que pra defender o PT no poder? Pois é.

(4)
E eu que estava esperando um panelaço histórico junto com o pronunciamento patético da comandanta. Que decepção! Melaram com minha diversão.

(5)
Tem gente que se forma em revoltadismo, que se diploma em mimimi engajado e acredita que essa deformação ideológica é o bicho da goiaba.

(6)
Há pessoas que podem ser persuadidas verbalmente da realidade dos fatos. Outras apenas são convencidas se a realidade for ao seu encontro.

(7)
Em 13 anos o Brasil viu-se dissolvido; estamos sendo reduzidos a guetos pra mais fácil manutenção do projeto totalitário que avilta a nação.

(8)
Ignorar a própria ignorância, desdenhar a nossa impotência frente certas situações tornou-se sinônimo de sapiência. Ignóbil sapiência.

(9)
Não quero minha nação quebrada; não mais quero ver meu país partido. Quero meu Brasil coroado, liberto da peçonha partidarista totalitária.

(10)
Não tenho partido, nem convicções ideológicas. Tenho, em meu coração, princípios inegociáveis, que dão sentido a vida e fundam a realidade.

(11)
Uma irascível convicção ideológica não é sinal de consciência política; é sintoma grave duma evidente de falta de caráter.

(12)
Toda pessoa imoral disfarça sua carência com um apego histérico a uma ideologia patética que lhe dê uma vaga sensação de superioridade ética.

(*) professor e cronista.

sábado, 16 de abril de 2016

UM PEDREGOSO CAMINHO

Por Dartagnan da Silva Zanela (*)

“Entre os deputados que votarão a favor do impeachment há muitos corruptos”. Ah! Sério? Doutor Mortadela, o senhor sinceramente imagina que as pessoas não sabem que o Congresso Nacional é uma sucursal do Butantã? Se você pensa assim, faz-me rir. Todos sabem que lá o que mais tem é cobra comendo víbora. Mas, fazer o que? É o que a sociedade tem no momento pra poder lutar contra o projeto totalitário de poder do PT e do Foro de São Paulo.

Outra coisa: o que as pessoas razoáveis não mais engolem, de jeito maneira, é esse cinismo esquerdopata. O que as pessoas estão fulas da vida é com esse papinho furado dos adeptos do partido da ética, desse purismo de meia pataca que não engana mais ninguém, haja vista que o partido limpinho, estando à frente do atraso conseguiu apenas fizer uma lambança só. Conseguiram inclusive piorar o atraso (os políticos fisiológicos).

Por isso, pare com essa lengalenga de que fulano e beltrano também são corruptos porque eu, de minha parte, não tenho jararaca nem corrupto de estimação. Que a Lava-jato derrube todos. Que todos caiam. Se não dá pra ser tudo numa só paulada, que seja um de cada vez.

E tem mais! O que realmente espero é que desse forrobodó todo surja em nosso país uma força política conservadora, de fato, e bem organizada para fazer frente ao projeto totalitário marxista do PT e do Foro de São Paulo. Isso sim seria uma grande vitória para o Brasil.

Por isso, todo aquele que não enxerga nem compreende o mal que nos ronda deveria parar de se enervar, largar mão de paparicar a Camandanta e suas hostes e se informar sobre o que é esse tal de Foro de São Paulo pra compreender que o maior problema do PT não é a corrupção, nem o Mensalão ou o Petrolão. Há coisas muito mais sérias que você e o próprio Congresso Nacional deveriam levar, urgentemente, em consideração quando o assunto é o impeachment dessa senhora.

(*) professor e cronista.

Site: http://dartagnanzanela.webcindario.com/

sexta-feira, 15 de abril de 2016

ENTRE O ZELO E O RELAXO

Por Dartagnan da Silva Zanela (*)

(1)
Zelar pela caligrafia é um exercício estético e cognitivo. Uma formalidade que importa? Sim, porque tudo o que não tem forma deforma.

(2)
Galerinha da ideologia de gênero! Só pra constar: sem fecundidade não há possibilidade de constituir uma família, nem da humanidade existir.

(3)
Com licença: moça, se um bocó bancar o machinho contigo, chame um homem e peça pro cretino repetir a gracinha. O biltre se acadela na hora.

(4)
Diversidade, gênero, cotas, etc., são variações da mesma opereta: marxismo cultural. Vitimismo requentado na forma dum infantilizado mimimi.

(5)
Diversidade só tem sentido se for pensada a partir de algo que lhe dê unidade. Inconvenientemente digo e repito: esse elemento é Cristo.

(6)
Como diria o grande Carmo, o implicante: golpista é teu fiote.

(7)
Um buzão cheio de bolivianos é detido em território Brazuca rumando pro DF; mais um punhado de patriotas pró-Dilma; mais uma coincidência.

(8)
O STF não anda. Rasteja. Rasteja aos pés daqueles que classificam os honoráveis ministros como uma reles súcia de covardes.

(9)
Spray de pimenta no dos outros é docinho de coco; no da gente é spray de pimenta.

(10)
Sou Católico; conservador; um homem de família. Só isso. O que já é suficiente pra Hidra comuna babar de raiva. Pode babar. Tô nem aí.

(*) professor e cronista.

DEFINITIVAMENTE, NÃO É PARA FRACOS

Por Dartagnan da Silva Zanela (*)

(1)
Provas não são fáceis, nem difíceis. As segundas são normalmente aquelas que menosprezamos; as primeiras, aquelas que nós supervalorizamos.

(2)
Minha professora dizia, antes da prova, que soldado que vai desarmado à guerra é covarde; aluno desleixado é menos que isso. Assim ela dizia.

(3)
Sucumbir diante dos obstáculos é admitir que nossos inimigos estavam certos a nosso respeito. Nos redimir por nossos erros os faz calar.

(4)
Antes de estudar reze e peça pra Deus iluminar a sua inteligência; para que a divina sabedoria o guie pelo vale das sobras da ignorância.

(5)
Antes de responder uma pergunta respire fundo e pense, e pense bem, no que você irá dizer por que ninguém se arrepende de pensar no que diz.

(6)
Ansiedade não antecipa soluções, apenas aprofunda problemas precipitando-nos num poço de medo. Por isso, na urgência, calma é indispensável.

(7)
Três brasileirices novas: impeachment de vice por crime de responsabilidade, juiz sem noção e ex-presidente (quase ministro) em exercício.

(8)
Qualquer atividade educacional que não fomente a disciplina é vã; toda autoridade (política e moral) que não inspire admiração e respeito é pífia.

(9)
Para conhecer a verdade sobre algo é indispensável uma boa dose de coragem, haja vista que a verdade é boa, porém, quase sempre desconfortável.

(10)
Até certa altura, nossas instituições eram uma apenas uma caricatura. Progredimos! Agora estamos conseguindo institucionaliza o ridículo.

(11)
A canalhada canhota adora ameaçar os outros; vencer por bem ou por mal. Contrariá-los é golpe. Desmenti-los, por Deus, é fascismo. Não pode.

(*) professor e cronista.

Site: http://dartagnanzanela.webcindario.com/