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Mostrando postagens de Novembro, 2015

CONVERSA QUIXOTESCA, 30/11/2015: UM DEDO DE PROSA SOBRE O TAL DO PODER

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COM A BALA NA AGULHA

Por Dartagnan da Silva Zanela
(1) O grande problema do Brasil, em Brasília ou nos grotões mais distantes dessa terra de desterrados, é a presença aviltante, junto às instituições, de incompetentes em tudo que, por total falta de caráter, são capazes de tudo para manterem-se agarrados nas poderosas úberes estatais.
(2) A elite petista é uma casta que se locupleta com o capital alheio; usurpa os ganhos do espoliado povo trabalhador e eles, a vanguarda revolucionária do caviar, transformam facilmente tudo em massa falida, como bons incompetentes que são; e fazem isso tudo em nome duma ignóbil sanha utópico-totalitária e através da mais vulgar rapinagem.
(3) Chamar José Dirceu de guerreiro do povo brasileiro é vilipendiar o Brasil, enxovalhar com o sofrido povo espoliado por essa turma que está transformando nosso país num envergonhado pardieiro.
(4) Se na década de cinqüenta a compra suspeita duma fazendinha no Rio Grande do Sul era chamada pela alcunha de “mar de lama”, do que iremos cham…

Nivaldo Cordeiro entrevista Dartagnan da Silva Zanela

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CONVERSA QUIXOTESCA, 29/11/2015: NÃO É FEIO JULGAR.

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CONVERSA QUIXOTESCA, 29/11/2015: O MAL ABSOLUTO DO RELATIVISMO.

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CONVERSA QUIXOTESCA, 28/XI/2015: O monstro que há em nós.

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CONVERSA QUIXOTESCA, 28/XI/2015: Multiculturalismo.

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UM CAMINHO PRATICAMENTE PERDIDO

Por Dartagnan da Silva Zanela
(1) Aprender não é, geralmente, uma atividade prazerosa. Quando aprendemos algo é claro que há alguma espécie de gozo, como também é inegável que o aprendizado de certas coisas nos interessa muito mais do que outras; porém, na maioria das vezes, aprender qualquer coisa que seja exige de nós um esforço que vara bem longe do prazer, contrariando as pregações de muitos doutos em educação.
Na verdade, alimentar esse tipo de crendice modernosa, de que o aprendizado deve andar de mãos dadas com o prazer, é muito mais um anti-estímulo à educação do que a sua pedra fundamental.
Aliás, construir um sistema educacional todo baseado nesse lero-lero é colaborar na construção do edifício humano algo totalmente diverso do educar.
Mesmo que insistamos chamar esse trem fuçado de educação ela continuará a ser aquilo que seus frutos vergonhosamente nos apresentam.
(2) Quanto mais o homem moderno vê-se munido de brinquedinhos tecnológicos, mais mutilada a sua inteligência se…

CONVERSA QUIXOTESCA, 27/XI/2015: o votar e outros bichos.

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Conversa Quixotesca, 27-11-2015: Educação e hipocrisia.

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CONVERSA QUIXOTESCA - 26-XI-2015: SERVIDÃO VOLUNTÁRIA

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CONVERSA QUIXOTESCA - 26-XI-2015: MAR DE LAMA.

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A MISÉRIA É BEM MAIOR E NÃO É DE PÃO

Por Dartagnan da Silva Zanela
(1) Atualmente, de um modo geral, as pessoas no Ocidente não são paupérrimas em termos materiais. Não mesmo. Goza-se, nos dias de hoje, de confortos que até pouco tempo atrás não eram nem mesmo usufruídos pelas classes mais abastadas. Todavia, hoje as almas que perambulam sonsamente pelas vielas de sonhos e delírios modernosos padecem duma miséria existencial que nunca antes se viu na história da humanidade. Padecemos, muito mais do que em outras épocas, duma crônica miséria cultural, moral, mental, emocional e espiritual que nos faz cair não abaixo da linha da pobreza, mas sim, nos reduz a uma condição infra-animalesca.
(2) Acabamos por conhecer um pouco sobre o caráter das pessoas quando descobrimos o que elas fazem de suas vidas e com o que elas padecem em seus soturnos dias; porém, as conhecemos muito melhor quando ouvimos atentamente as justificativas que as mesmas tecem sobre os seus atos e as explicações que elas apresentam frente aos males dos quai…

Conversa Quixotesca - 24-XI-2015: O Cronocentrismo

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DISSIMULAÇÃO POUCA É BOBAGEM

Por Dartagnan da Silva Zanela
(1) Um importante passo para nos livrarmos da ignorância presunçosa é abdicarmos da vã curiosidade.
(2) Quem não sabe servir generosamente ao próximo está abaixo do nível de um cão. Todo aquele que não sabe o quão importante é sermos zelosos quando estamos atendendo um pedido de alguém, ou a súplica de uma pessoa, não é digno para ser reconhecido pelo epíteto de gente; não é merecedor de ser tratado como dejeto de um cão.
(3) Sim, a iniquidade existe desde tempos imemoriais; ela vagueia entre nós desde muito antes do surgimento das ideologias materialistas e igualitárias. Todavia, desde que essas ditas cujas passaram a parasitar o coração humano, as obscenas tiranias proliferaram formidavelmente, feito coelhos, por poderem esconder-se com mais facilidade por trás dessas máscaras ideológicas.
(4) Quando um sujeito usa a alcunha “crítico” para dizer que alguém é inteligente e esclarecido, abandone, porque caboclo, mais do que provavelmente, não é uma pessoa es…

22-XI-2015 - Conversa Quixotesca: Apenas uma reflexão e nada mais...

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NEM COMO FIM, MUITO MENOS COMO MEIO

Por Dartagnan da Silva Zanela
(1) Uma sociedade que despreza a alta cultura, substituindo-a por toda ordem de entretenimentos vazios paridos por cucas ocas, definitivamente não sabe a diferença que há entre um penico e uma panela; quem o dirá entre uma verdade e uma farsa. Uma sociedade formada por indivíduos com o olhar turvado dessa maneira está, irremediavelmente, condenada a corromper-se até a última raspa do talo de sua putrefaz (in)dignidade.
(2) Quando uma figura histórica que comprovadamente possuía escravos, que nada fez para acabar com a escravidão, é escolhida como ícone da consciência da luta contra esse mal, é sinal de que a malícia encontra-se tão arraigada na alma da nacionalidade que não mais quer-se ver o óbvio, por mais ululante que ele seja, tamanho o desejo de nos tornarmos menores do que somos, para que os tentáculos das potestades estatais tornem-se mais longos e criticamente asfixiantes e, desse modo, possa mais eficientemente agrilhoar a liberdade que é celebrad…

A GRANDE FARSA MULTICULTURAL

Por Dartagnan da Silva Zanela
(1) Educar não é sinônimo de imposição de limites artificiosos; educação é a clara e gradativa apresentação dos indispensáveis limites da existência presentes na realidade para que o indivíduo possa crescer em espírito e verdade.
(2) Devemos, necessariamente, nos adaptar aos limites da realidade para que possamos nos ajustar aos ditames da concretude de nós mesmos. É nessa tensão que se constitui a nossa personalidade e se forma, ou deforma o nosso caráter.
(3) Sem limites razoáveis não há possibilidade de uma saudável estabilidade nas relações humanas. Uma verdade simples e elementar que os apregoadores do multiculturalismo e do relativismo moral jamais levaram em consideração, tamanho o grau de estupidificação que turva o olhar e deforma o coração dessa gente.
(4) Regra simples: não se negocia com quem despreza as regras da civilidade; inexiste diálogo com aqueles que não medem esforços para destruir as bases desta. Com os inimigos da liberdade, com os apó…

COBARDIA TEM NOME, SOBRENOME E PARTIDO

Por Dartagnan da Silva Zanela
(1) Quando o titular do poder abusa dele pra tentar mostrar quem é que manda, na verdade acaba apenas atestando que, de fato, não é mais ele o depositário do dito mando e que nem mesmo é um sujeito que merece qualquer forma de dignidade oficiosa, por mais insignificante que seja.
(2) O abuso sempre é um sinal de fraqueza. Por isso, todo incapaz investido de poder, qualquer que seja, conhece apenas esse vil expediente pra disfarçar sua nulidade existencial; para esconder a sua incompatibilidade com a função que supostamente desempenha.
(3) Sejamos fortes! Essas são as palavras que deveriam estar a frente de todo conselho que um bom mentor pode dar aos seus alunos. Agora, se você é daqueles caboclos cheios de mimimi, não tem problema não; pode continuar se afogando em sua auto-piedade e esperando que os outros façam por sua pessoa tudo aquilo que você se recusa a fazer por si. Isso mesmo! Pode continuar a ser um fraco, em termos humanos e morais, apenas não a…

NADA MENOS QUE ISSO, NADA MAIS DO QUE AQUILO

Por Dartagnan da Silva Zanela
(1) Todo entendimento cristalino, quando exteriorizado graciosamente para qualquer massa ignara, é um claro sinal de falta de juízo, multiplicado por uma boa dose de vaidade.
(2) Machado de Assis, através da distante voz de Brás Cubas, sua personagem pouco augusta, diz-nos que descobriu uma lei de equivalência das janelas. De todas elas. Segundo ele, “o modo de compensar uma janela fechada é abrir outra, a fim de que a moral possa arejar continuamente a consciência”. Pois é, hoje em dia, os ouvidos contemporâneos fazem-se surdos a tal conselho, haja vista que é um hábito mais do que corriqueiro, em nosso país, fechar-se nas alcovas das consciências esquecidas e caladas, sem a menor ventilação, onde os mofos morais e os bolores da ignorância voluntária travestida de lucidez tomam conta da morada da alma, emporcalhando-a, adoecendo-a pela simples carência da abertura duma janela para que os ares da vida possam avivar a alma com a brisa moral que nos faz lemb…

BANANAS E DEMAIS FRUTAS REPUBLICANAS

Por Dartagnan da Silva Zanela
(1) No Brasil tudo é uma avacalhação só, especialmente em nosso espírito republicano. Aqui, nessas terras de tupinambás, quando alguém diz que há muitos novembros fora proclamada uma RES PUBLICA, uma coisa dita de todos, mais do que depressa, os (depre)cívicos indivíduos paridos por essa mãe gentil imaginam que, por ser de todos, não é de ninguém, logo, será de quem primeiro e melhor pôr a mão na cumbuca brasiliensis. Resumindo: é pura avacalhação mesmo, sem pôr nem tirar.
(2) Quando alguma alma, assustada, aqui ou acolá, grita que estão tentando dar um golpe assim ou assado na democracia brazuca, a abençoadinha esquece que o grande golpe contra ela foi a proclamação da dita república e não outra coisa. Resumindo: golpes e sedições são da essência da rotina (depre)cívica de nossa RES PUBLICA, não a sua exceção.
(3) O simples fato de sentirmos vergonha de nossa enfadonha república é um claro sinal de que ela é uma coisa de todos, que alguns colocam a mão nel…

CONTANDO DAS PEDRAS ALVAS DO CAMINHO

Por Dartagnan da Silva Zanela
(1) Todo aquele que não sabe respeitar a memória dos mortos não sabe viver de maneira respeitável.
(2) Não existe imagem que mais eleve a nossa alma do que a visão de uma criança que, espontaneamente, ajoelha-se diante de uma lápide, beija-a, e em seguida coloca-se a rezar. Não há visão que mais nos revele sobre o mistério da vida que a imagem de um mancebo sentado diante de uma lápide; mergulhado em um oceano de preces e saudades que banha o seu rosto iluminado por amendoados olhos marejados de lágrimas.
(3) A realidade da morte nos humaniza; a sua presença nos eleva do lodo bestial da banalidade cotidiana que tão facilmente coloca em primeiro plano todo ordem de futilidades.
(4) A moralidade de um povo vê-se estampada, cristalizada, no zelo que esse aufere aos cemitérios. Quando maior for o zelo pelas lápides, jazigos e mausoléus, mais evidente é a elevada moral dos indivíduos que compõe a sociedade e integram os poderes constituídos. Quanto maior o descas…