PROCURANDO INDEFINIÇÕES


Por Dartagnan da Silva Zanela


O QUE SERÁ? - Engraçado, tem gente que chama o twitter (e o facebook) de esgoto, mas vive nele. Nesse caso, fica a pergunta: sujeitos como esse são ratos ou cocozinhos? Um produto híbrido das duas coisas? "Bostatos"? Não sei e, pra falar a verdade, nem quero saber.

É DESSE JEITO - O governo ama tanto os pobres que os multiplica, cinicamente, e conserva-os pobres, bem pobres, ao ponto deles serem incapazes de reagir a esse quadro de humilhante dependência.

É DESSE JEITO (ii) - A justiça é cega, mas não é estúpida. Nós, cidadãos brasileiros, por nossa deixa, enxergamos. Apenas isso. Enxergamos sem reconhecer nossa estupides. Ponto.

É DESSE JEITO (iii) - Muitas vezes dizemos que os problemas de nosso país nos preocupam e, inclusive, fazemos aquela cada de indignados, mas, porque fazemos isso? Pra falar a verdade, não sei. Porém, uma coisa é certa: na maioria das vezes nos portamos assim por pura e simples vaidade. Raramente o fazemos por caridade.

É DESSE JEITO (iv) - Muitas vezes uma pequena e modesta frase tem muito mais a nos dizer do que um pretensioso livro, volumoso na quantia de palavras e carente de bondade e generosidade na intenção de sua publicação.

É DESSE JEITO (v) - Entregar-se à preguiça logo pela manhã é, literalmente, abandonar-se garbosamente a uma derrota espiritual. Sim, uma pequena derrota que, sorrateiramente, vai aplanando o caminho para outras derrotas maiores. Grandes derrotas que, lentamente, vão sendo construídas bem debaixo de nosso nariz com nosso leniente consentimento.

É DESSE JEITO (vi) – É justamente quando reconhecemos toda nossa impotência que podemos encontrar nossa real potencialidade. Quando nos libertamos de nossos delírios de onipotência tornamo-nos realmente uma força agente. Uma força limitada e diminuta, na maioria das vezes, mas uma força real que nos eleva e nos alforria de nossas fraquezas.

É DESSE JEITO (vii) – Uns, sob o pretexto de salvar a democracia, clamam por uma intervenção militar. Outros tantos, por tramar a implantação de uma ditadura marxista, dizem defender a democracia. Os primeiros, em muitos casos, não sabe o que dizem. Os segundos, em sua maioria, não sabem o que fazem, mesmo que imaginem saber.

É DESSE JEITO (viii) – É incrível como as pessoas que se auto-declaram críticas, muito críticas, adoram se vangloriar como sendo profundas conhecedoras da tal História. Dizem conhecer muito bem a dita cuja sem, no entanto, terem estudado um pouquinho que seja sobre ela. Na maioria das vezes, quase nada. Incrível, não é mesmo? Como tal milagre suíno é possível? Bem, das duas, uma: ou elas decoraram, direitinho, as palavras de ordem, e cacoetes marxistoides, que o "mestre" mandou, que lhe dão uma sensação narcótica de saberem tudo sem conhecerem nada, ou então receberam uma infusão dum espírito de porco que as ilude com uma pseudo-sapiência delirante e histérica. Pra falar a verdade, acho que devem ser as duas coisas juntas e bem misturadas. Somente isso pode dar conta de explicar tamanha ignorância presunçosa.

É BEM SIMPLES - Para aquela turminha que fica com aquele papinho de discurso de ódio pra cá, discurso de ódio pra lá, um manifestante, no dia 12 de abril, apresentou num cartaz uma resposta bem simples que até a dita turminha entende: não é ódio. É nojo. Entendeu? Não? Então você é um nojo mesmo.


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