EM DEFESA DO PADRE PAULO RICARDO

Escrevinhação n. 937, redigido em 11 de março de 2012, dia de São Constantino.

Por Dartagnan da Silva Zanela


Raras são as vozes que se erguem para proferir a Verdade. Raras são as almas corajosas que ousam dar testemunho daquilo que todos veem, mas que, ninguém, ou por covardia ou por patética conveniência, quer enxergar. Naturalmente que as pessoas aquilatas acabam por se destacar em meio a imensa massa de almas sebosas que tomam conta do cenário nacional. E, não é por menos que a pusilanimidade destas apenas destaca a grandeza de figuras singulares como o Padre Paulo Ricardo de Azevedo Júnior.

Digo isso em vista da atitude calhorda que um grupelho de pseudo-sacerdotes tomaram no dia 27 de fevereiro contra o Pe. Paulo. Estes, com toda certeza, a cada palavra dita por ele, a cada dura verdade pronunciada por seus lábios, vestiam e vestem a carapuça até os cascos. Entretanto, ao invés de procurar debater, o que seria uma atitude digna e louvável, o que fizeram? Escreveram e enviaram uma carta (assinada por 27 covardes) para Arquidiocese de Cuiabá pedindo, simplesmente, para silenciar a voz deste sacerdote porque em muitas ocasiões ele chama a atenção, de modo geral, para o desleixo de muitos padres convidando-os a um exame de consciência e a uma sincera conversão, por pedir para que os fiéis rezem por todos os sacerdotes em vista da dura batalha que eles travam contra as potestades das trevas.

A gota d'água, segundo os assinantes da carta, que visa calar a boca do Padre foi sua pregação realizada no vigésimo sexto Vinde de Vede. Pregação essa intitulada TOTUS TUUS MARIA (disponível na seção multimídia de meu site). Uma pregação de arrepiar. Não por causar escândalo, não mesmo. É de arrepiar a forma como esse homem esguio e calvo se transfigura na imagem de um poderoso arauto do Senhor.

Confesso que de longa data acompanho o trabalho deste homem e que muito aprendi com ele. Todavia, nesta pregação, mais do que em qualquer outra preleção sua, ele falou com o seu coração na mão e, por isso mesmo, tocou o coração de todos. Muitos, ao sentir em seus átrios o estrondo de suas palavras, arrepiaram-se, caíram de joelhos e choraram (esse foi o meu caso). Porém, outros tantos, ao ouvirem as mesmas palavras, fecharam seus duros corações, escandalizaram-se e passaram a organizar-se para gritar: “Calem-no! Calem-no!”

Pois é, se você não se encontra em nenhuma das fileiras descritas e que se fazem presentes neste campo de batalha, convido-o para que ouça a referida pregação, leia o conteúdo infame da carta dos biltres e, após isso, assine a “petição online em apoio ao Padre Paulo Ricardo”, e acima de tudo, rezem. Rezem para que o Altíssimo dê fortaleza a este bravo soldado de Cristo, que ele continue a lutar a boa pugna destemidamente e que sejamos mais e mais brindados com Sacerdotes desta envergadura, fiéis a Santa Madre Igreja, por Padres que se neguem, corajosamente, a curvar-se frente aos rompantes soberbos das sombrias vozes mundanas.

Pax et bonum
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