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Mostrando postagens de Outubro, 2011

[pdf] É DISSO QUE A BRASILIDADE PRECISA

É DISSO QUE A BRASILIDADE PRECISA

Escrevinhação n. 915, redigido em 21 de outubro de 2011, dia de Santa Úrsula e Companheiras e de São Hilarião.
Por Dartagnan da Silva Zanela
Em sua pregação, por ocasião da Celebração em honra de Nossa Senhora Aparecida, o padre Paulo Ricardo havia afirmado que tem vergonha de ser brasileiro porque ama o Brasil. Ao dizer isso, o preclaro sacerdote fora muitíssimo feliz e, é claro, assino embaixo.
Amar alguém não significa que devemos aceitar e apoiar todas as sandices que este pratique. Amar é colaborar para que o amado cresça, melhore, eleve-se. Por isso, olhar para o estado em que se encontra o nosso País e dizer que se tem orgulho desta tragédia não é sinônimo de amor não, mas sim, de cinismo, de indiferença, de superficialidade tosca e de uma pusilanimidade cabal.
Ora, não dá para afirmar que um pai ama verdadeiramente seu filho quando este aplaude a autodestruição do jovem que mergulha no mundo das drogas, do desregramento, da desídia e da irresponsabilidade. Agir assim, orgulhar-se …

[pdf] NEM UMA COISA, NEM OUTRA

NEM UMA COISA, NEM OUTRA

Escrevinhação n. 913, redigido em 28 de setembro de 2011, dia de São Wenceslau.
Por Dartagnan da Silva Zanela
Confesso que durante algum tempo de minha parva vidinha, aquela velha querela sobre benevolência ou a malevolência da natureza humana ocupou uma boa parcela de minha atenção. Hobbes e Maquiavel de um lado, Rousseau e Montaigne do outro, sem contar as inúmeras outras almas que inclinavam sua pena para uma ou outra coluna desta peleja. Todavia, sejamos francos: não estamos com essa bola toda.
A questão está muito elevada meu caro Watson. O ponto não é sabermos se somos bons ou maus por natureza, porque não somos uma coisa nem outra. Na verdade, somos fundamentalmente mesquinhos e medíocres. Estamos muitíssimo distante da grandeza de um Santo ou da imagem titânica de um monstro. Poucos são os que se elevam a essas altitudes. A maioria dos reles mortais como eu e você não passam de seres diminutos com preocupações e intenções mesquinhas.
Sim, somos isso mesmo meu caro. Mesquinhos. Nos…

REFLETINDO COM THOMAS MERTON

"O ‘deserto’ do espírito humano ainda não é totalmente hostil à vida espiritual. Ao contrário, seu silêncio ainda é um silêncio restaurador. Quem tenta escapar da solidão e do confronto com o Deus desconhecido pode acabar sendo destruído na solidão atomizada, caótica e sem sentido da sociedade de massas."

Gravação da aula ao vivo: "Tratado da Verdadeira Devoção..." Parte 1 (27/09/2011)

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True Outspeak - 12 de outubro de 2011

Leituras indispensáveis

Democracia normal e patológica - I
Por Olavo de Carvalho

A extrema esquerda se distingue da esquerda por uma questão de grau. Já a extrema direita e a direita acabam se revelando incompatíveis em essência. [leia mais]
Democracia normal e patológica - II
Por Olavo de Carvalho

A farsa existencial com que a esquerda governante inventa inimigos para camuflar seu controle hegemônico tornou-se a norma e padrão para o país inteiro, invadindo as consciências e expelindo cada pensamento para longe da realidade. [leia mais]

[pdf] A SOBERBA NA EDUCAÇÃO

A SOBERBA NA EDUCAÇÃO

Escrevinhação n. 912, redigido em 18 de setembro de 2011, dia de São José Copertino.
Por Dartagnan da Silva Zanela
Há uma passagem do Santo Evangelho que todos conhecem, porém, raramente reflete-se sobre a sua gravidade. É a que versa sobre a parábola do fariseu e do publicano (Lucas XVIII 9-14). Como nos lembra Santo Afonso de Ligório, no primeiro personagem temos a imagem transparente de uma alma convencida de sua pureza, se colocando a lisonjear-se perante Deus em suas preces. No segundo, temos a imagem de um penitente convicto de que sua alma apenas poderá encontrar algum consolo junto aos méritos Daquele que é e não na pequenez de sua vida.
Nelas, temos a imagem da soberba e da humildade que se fazem presentes em nosso coração, em nosso íntimo, em uma constante tensão dialética. Cada um de nós tem que conviver com esse conflito, reconhecer e aceitar a sua presença para que, a duras penas, possamos enfrentá-lo e superá-lo no correr de nossos dias por esse vale de lágrimas e, quem sab…

Pregação: “Nossa Senhora da Conceição Aparecida Imperatriz do Brasil”

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Discurso do Papa Bento XVI no Parlamento Alemão (Português)

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[pdf] UMA HISTÓRIA ENTRE TANTAS OUTRAS

UMA HISTÓRIA ENTRE TANTAS OUTRAS

Escrevinhação n. 911, redigido em 18 de setembro de 2011, dia de São José Copertino.
Por Dartagnan da Silva Zanela

"Não fujas, não fujas: se foges, para onde vais"? Eis a questão inquietante que nos levanta Willian Blake. Sim, vivemos fugindo. Fugimos de nossos deveres, de nossas culpas, de nossas vergonhas e vexames, da vocação a que fomos chamados, enfim, fugimos incansavelmente de nós mesmos e varremos para debaixo do tapete do esquecimento as consequências de nossa irresponsabilidade, mesmo que essas se tornem a cada dia que passa uma força maior a pesar sobre nossa vida.
Muitas são as histórias tristes que conhecemos, direta e indiretamente, sobre essa problemática. Algumas tocam nosso íntimo, já outras apenas reforçam nossa insensibilidade, porém, nenhuma, praticamente, nos desperta para a Verdade sobre nossa pacoviedade existencial porque, literalmente, não queremos despertar de nossa letargia umbilical. Preferimos fugir a enfrentar a fera que nos mantém reclusos em noss…