RATAZANAS DE ESGOTO E DEMAIS BICHOS ESCROTOS

Redigido em 01 de agosto de 2011, dia de Santo Afonso de Ligório, Doctor Zelantissimus.

Por Dartagnan da Silva Zanela

Confesso que tenho um certo horror desses tipinhos que se esforçam em ser politicamente-corretos em tudo, que adoram sempre parecer um bom-moço, preocupado com o meio-ambiente, em bajular minorias que se afogam em auto-piedade, em fim, desses sujeitinhos que imaginam ser um tipo ideal de ser humano simplesmente porque não usam sacolas plásticas e evita certas palavras que podem magoar sicrano e beltrano.

Confesso isso, porque, em regra, esses tipinhos são bem ao estilo que dão o tapa e escondem a mão. Ora, os mesmos que se dizem defensores da “paz” são os primeiros que aplaudem um atentado terrorista. Os que dizem que todas as culturas são iguais são os primeiros a atirar dejetos contra o Cristianismo. Aliás, os mesmos que se auto-proclamam apóstolos da tolerância são os mesmos que amam qualquer palavrório bazófio contra a Igreja Católica e o Conservadorismo Cristão e ficam indignados quando os Católicos (e Cristãos de um modo geral) se manifestam contrários a essa meleca toda. Ou seja: para elezinhos, os cristãos serem criticados é tolerância, agora eles se manifestarem é intolerável!

Falando o português bem claro, essa gente toda é fingida até a medula. E pior! Na maioria dos casos são tão confusos e complicados que são incapazes de reconhecer o imenso lodo de contradições que habita sua alma e deforma o seu caráter.

Sabe, já testemunhei (e continuo a testemunhar) inúmeros casos patológicos desse estado de demência. Casos onde o indivíduo confessa-se um Cristão “de fato” ao mesmo tempo em que afirma ser uma pena alguns índios terem sido convertidos pelos jesuítas. Ou então, que ficam embalando suas falas no ula ula do “sou da paz”, do “se há guerra sou contra”, ao mesmo tempo em que cultivam uma variante ideológica marxista (dissimulada em suas matizes culturais) defendendo, abertamente, o fomento e acirramento de conflitos entre gerações, entre gêneros, entre etnias e tutti quanti. E isso, como sempre, não é fomentar a violência nem disseminar a discórdia. No vocabulário desses, isso se chama “tomada de consciência”. Pois é, mais uma vez, os alienados somos nós e não eles não é mesmo?

Sem mais delongas, o que os move nesta confusão dos diabos é uma sanha totalitária sem limites, um desejo irascível de controlar a vida alheia e de lhes ditar não apenas o que pensar, mas a maneira apropriada de agir, de olhar e reagir a cada situação que a vida nos apresenta. Não é por menos que nossa sociedade encontra-se enferma, visto que, crenças similares a estas, embalam o nosso decrépito sistema educacional. Entra Zé, sai Barnabé, mudam-se as cores das bandeiras e o nominho que se dá para as besteiras pedagógicas, porém, todavia e, entretanto, as crenças que norteiam a (des)educação continuam no mesmo rumo, sem prumo, para o brejo.

Pax et bonum
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