quarta-feira, 31 de agosto de 2011

[pdf] NÃO É SÓ DE PÃO QUE VIVE O HOMEM

NÃO É SÓ DE PÃO QUE VIVE O HOMEM

NÃO É SÓ DE PÃO QUE VIVE O HOMEM

Escrevinhação n. 904, redigido em 22 de agosto de 2011, dia de São Felipe Benício e da Santíssima Virgem Maria Rainha.

Por Dartagnan da Silva Zanela



Abra a Sagrada Escritura, que você tem esquecida em algum canto de sua casa, no Evangelho de São Matheus (IV; 4). Lá você encontrará essa afirmação feita por Nosso Senhor. Diz-nos Ele: “Não só de pão vive o homem, mas de toda palavra que procede da boca de Deus”. Aliás, Ele apenas nos lembra o que o Sapientíssimo nos ensina no Antigo Testamento (Deuteronômio VIII; 3), não é mesmo?

Pois é, tudo que nos é comunicado através das Letras Sagradas é de uma seriedade capital. É, sabemos, mas, como estamos impregnados da mania modernosa de tudo interpretar com as nossas parvas luzes que acabamos por nos esquecer que a Palavra Divina (dita através de pobres palavras humanas) foram-nos entregue para que Esta ilumine nossa alma e não o contrário.

Aliás, seja franco: de bom grado nos abrimos para as sombras do mundo que presunçosamente nos prometem emancipação e permitimos que muito pouco da Luz da Palavra ilumine o nosso diminuto entendimento. Não? Então, me diga: quantas vezes você realmente procurou entender a sua vida, o sentido de sua existência, à Luz das Bíblicas Linhas, quantas? Se for sincero, realmente, mais do que depressa virá a sua mente a imagem da perseverança que tal atividade exige. Os ensinos do Criador são imensuravelmente mais sublimes que o desejo de aprender das criaturas (noizinho), de compreender o nosso lugar na ordem da criação e diante Dele.

Perseveramos, teimosamente, em tudo que seja mundano ao mesmo tempo em que manifestamos uma enorme desídia para tudo o que seja do Alto e que existe para iluminar nossa vida interior. Assim procedemos, provavelmente, porque para tanto é fundamental que aprendamos a ouvir (ou ler, no caso) e a prestar atenção no que está sendo dito diretamente para nós. Tal esforço nos moveria a encontrarmos o centro de nosso ser, a unificarmos nossa fragmentada personalidade. Todavia, quem quer isso? Sinceramente, quem?

Por isso mesmo que não é só de materialismo, ideologias pedantes, carreiras vazias e comprinhas compulsivas que vive o homem, mas de toda justiça e retidão que emanam dos passos dados e dos caminhos apontados por Aquele que é a Verdade e a Vida. Não é só de diploma que vive o homem, mas do conhecimento que inunda de sentido nossa vida sufocada pela rotina. Por isso, sem mais delongas, a vida humana, meu caro, está para muito além de uma reles sobrevida material e mundana, mesmo que você se recuse a perceber essa obviedade.

Pax et bonum
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terça-feira, 30 de agosto de 2011

COMENTÁRIOS RADIOFÔNICOS

Comentários proferidos por Dartagnan Zanela - nos dias 29 e 30 de agosto - no programa CONVERSA AO PÉ DO RÁDIO que é transmitido pela Rádio Cultura AM/FM de Guarapuava.

EDUCAR - parte I


EDUCAR - parte II

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Esvaziamento da “lei Muwaji”: triunfo da “religião verde” anti-humana

POR LUIS DUFAUR


Para ela, o homem civilizado – e com maior razão cristão – é um ser malfazejo. Um comentário que recebemos e publicamos em nosso blog defende que “depredar e destruir não faz parte da natureza nem dos lobos nem de nenhum outro animal. O homem é o único ser que destrói o que o sustenta; a verdade é que a raça humana se tornou uma praga”.

A tese não é original. É até um chavão do ecologismo radical.

Nada mais natural que semelhante concepção sobre o homem redunde na aprovação da cruel prática de infanticídio existente em algumas tribos muito decaídas do Brasil.

Alegando respeitar as “tradições” indígenas, antropólogos estruturalistas e “verdes” defendem este ato contrário aos sentimentos humanos mais nobres. [leia mais]

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

O indecifrável Maquiavel, por Olavo de Carvalho

O Café Colombo conversou com o filósofo Olavo de Carvalho, que acaba de lançar o livro “Maquiavel ou a confusão demoníaca” pela Vide Editorial. Nesta obra, Olavo aborda as diferentes interpretações dadas aos trabalhos de Maquiavel e aponta que o próprio pensador escrevia com inúmeras contradições. Para ele, Maquiavel é estilisticamente claro quando lido num trecho específico, mas confuso quando analisado o seu pensamento como um todo. Olavo é ainda autor de “O imbecil coletivo”, “Aristóteles em Nova Perspectiva”, “O jardim das aflições” entre outros livros. Escute a entrevista...



35 Parresía: “Jornada Mundial da Juventude 2011″


Conferência acadêmica busca normalizar pedofilia

POR JEREMY KRYN

Pesquisadores de várias universidades proeminentes dos EUA participarão amanhã (17) de uma conferência em Baltimore que, de acordo com o que está sendo noticiado, tem o objetivo de normalizar a pedofilia. Conforme o site da organização patrocinadora, o evento examinará maneiras em que “pessoas que sentem atração por menores de idade” possam se envolver numa revisão da classificação que a Associação Americana de Psicologia (AAP) faz da pedofilia.

B4U-ACT, uma organização de ativistas e profissionais de saúde mental a favor da pedofilia, está por trás da conferência de 17 de agosto, que incluirá participantes da Universidade de Harvard, Universidade Johns Hopkins, Universidade de Louisville e Universidade de Illinois. [leia mais]

COMENTÁRIOS RADIOFÔNICOS

Comentários proferidos por Dartagnan Zanela - nos dias 24 e 25 de agosto - no programa CONVERSA AO PÉ DO RÁDIO que é transmitido pela Rádio Cultura AM/FM de Guarapuava.

O ANTI-CRISTO


OUTRA REFLEXÃO COM T. DE KEMPIS

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

[pdf] O CREPÚSCULO DAS AQUILATADAS ALMAS

O CREPÚSCULO DAS AQUILATADAS ALMAS

O CREPÚSCULO DAS AQUILATADAS ALMAS

Escrevinhação n. 905, redigido em 23 de agosto de 2011, dia de Santa Rosa de Lima.

Por Dartagnan da Silva Zanela


Apenas os medíocres repudiam os heróis com insidias e bravatas rancorosas. Somente as almas sebosas são incapazes de reconhecer a grandeza em outrem (amigo ou inimigo). Aliás, esses tipinhos abundam hoje em dia, abominam a figura destes por simplesmente humilhá-los com sua pujante presença que tanto castiça sua pequenez.

Tá, mas de que é feito um herói? A questão, em si, é deveras profunda, visto que poucas são as almas que atingem a envergadura dos notáveis, a dimensão daqueles que se elevam acima da massa amorfa que meramente se amolda a baixeza dos tempos.

De mais a mais, todos aqueles que resistem, criticam e fazem pouco do reconhecimento da grandeza alheia são justamente as pessoas de mais baixo valor e que, no fundo, anseiam por ser referenciadas como figuras exemplares, ao mesmo tempo em que são incapazes de reconhecer a sua própria nulidade. Pois é, a inveja é uma m., mesmo disfarçada de criticidade.

Outro problema presente nesta impostura que se faz reinante em nossos dias, é o sutil sentimento de rancor e ingratidão que se cultiva frente à própria sociedade e em relação aos que nos antecederam. No lugar da gratidão e da reverência àqueles que se fizeram maiores que as Eras, cultivam-se descaradamente uma soberba desmedida em misto com um tosco sentimento de auto-piedade.

Todos, ricos ou pobres, de algum modo, gostam de posar de coitados, de injustiçados e exigem ser respeitados por se portarem deste modo. E pior! Muitos destes querem convencer os demais que agindo tal qual eles, como bebês chorões, seriam mais dignos do que, por exemplo, um Luis Alves de Lima e Silva, um Irineu Evangelista de Souza, ou Joaquim Nabuco e, porque não, um Mário Ferreira dos Santos. Na verdade, falando em termos morais, é deprimente vermos o nível pueril a que chegamos.

Por não cultivarmos, devidamente, em nossa memória, imagem destes que literalmente encarnam os mais distintos valores que hoje perdemos totalmente o senso da hierarquia dos mesmos, sepultando a capacidade de reconhecer a grandeza e, desde modo, cultiva-se, de modo tacanho, a pequenez e a mesquinharia em seu lugar como se estas fossem equivalentes à primeira.

Não é à toa que hoje a tal cidadania faz-se sinônimo da reles manifestação do jus sperniandi. Não é por menos que qualquer tomada de decisão que exija fortaleza ou magnanimidade é esquivada e olimpicamente justificada com a orgulhosa e covarde afirmação de sua fraqueza e nulidade.

Pois é, após o crepúsculo dos heróis, temos a aurora dos pusilânimes. É a nossa época.

Pax et bonum
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terça-feira, 23 de agosto de 2011

Doze Homens e uma Sentença


Os sem-iPad

Por Luiz Felipe Pondé


Você sabia que agora existe em Londres o movimento dos sem-iPad? Coitadinhos deles. Quebram tudo porque a malvada sociedade do consumo os obriga a desejar iPads... No passado todo mundo era "obrigado" a desejar cavalos, tecidos de seda, especiarias, facas, tambores, ouro, mulheres...

Como ficam as pessoas que desejam, não têm, mas nem por isso saqueiam lojas, mas sim trabalham duro? Seriam estes uns idiotas por saberem que nem tudo que queremos podemos ter e que a vida sempre foi dura?

Esta questão é moral. Dizer que não é moral é não saber o que é moral, ou apenas oportunismo... moral. Resistir ao desejo é um problema de caráter. Um dos pecados do pensamento público hoje é não reconhecer o conceito de caráter. [leia mais]

POR UM IDEAL

Comentários proferidos por Dartagnan Zanela - nos dias 22 e 23 de agosto - no programa CONVERSA AO PÉ DO RÁDIO que é transmitido pela Rádio Cultura AM/FM de Guarapuava.

22-08-2011


23-08-2011

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Revolução social

Por Olavo de Carvalho

Revolução social não é, como dizem os marxistas, a substituição de uma “classe dominante” por outra. Isso é apenas uma figura de linguagem, uma metonímia. Ao fim de uma revolução social, os mesmos grupos ou pessoas podem continuar no poder. Isso não faz a mais mínima diferença. Substantivamente, literalmente, revolução social é uma mudança radical dos meios de alcançar riqueza, prestígio e poder. Quem manda pode continuar mandando, mas por outras vias. [leia mais]

Em exposição, a decadência britânica

Por Theodore Dalrymple


A longa experiência de impunidade ensinou aos desordeiros que eles nada têm a temer da lei, que na Inglaterra se tornou comicamente frouxa — exceto para as vítimas de crimes. Para os revoltosos, o crime se tornou a configuração padrão de seu comportamento; o que é de surpreender nesses tumultos não e que tenham ocorrido, mas que não tenhan ocorrido antes, e não se tornaram um problema crônico. [leia mais]

domingo, 21 de agosto de 2011

EDITH STEIN- O FILME COMPLETO


PROGRAMA AVE MARIA, 18 de agosto de 2011.

O Programa Ave Maria é o Programa radiofônico da Paróquia Nossa Senhora de Belém e vai ao ar de segunda à sexta das 18h00 às 18h20. Nas quintas a apresentação do mesmo é feita por Dartagnan da Silva Zanela.



COMENTÁRIOS RADIOFÔNICOS

Comentários proferidos por Dartagnan Zanela - nos dias 15, 16, 17, 18 e 19 de agosto - no programa CONVERSA AO PÉ DO RÁDIO que é transmitido pela Rádio Cultura AM/FM de Guarapuava.

A IMITAÇÃO DE CRISTO - parte I


A IMITAÇÃO DE CRISTO - parte II


A IMITAÇÃO DE CRISTO - parte III


A IMITAÇÃO DE CRISTO - parte IV


A IMITAÇÃO DE CRISTO - parte V

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

True Outspeak - 17 de agosto de 2011


Discurso do Papa aos jovens professores universitários na JMJ 2011

Com regozijo esperava este encontro convosco, jovens professores das universidades espanholas, que prestais uma colaboração esplêndida para a difusão da verdade em circunstâncias nem sempre fáceis. Saúdo-vos cordialmente e agradeço as amáveis palavras de boas-vindas e também a música executada que ressoou maravilhosamente neste mosteiro de grande beleza artística, testemunho eloquente durante séculos de uma vida de oração e estudo. Neste lugar emblemático, razão e fé fundiram-se harmoniosamente na pedra austera para modelar um dos monumentos mais renomados de Espanha.

Saúdo também com particular afecto quantos participaram nestes dias no Congresso Mundial das Universidades Católicas, em Ávila, sob o lema: «Identidade e missão da Universidade Católica».

Encontrar-me aqui no vosso meio faz-me recordar os meus primeiros passos como professor na Universidade de Bonn. Quando ainda se sentiam as feridas da guerra e eram muitas as carências materiais, a tudo supria o encanto de uma actividade apaixonante, o trato com colegas das diversas disciplinas e o desejo de dar resposta às inquietações últimas e fundamentais dos alunos. Esta universitas, que então vivi, de professores e estudantes que procuram, juntos, a verdade em todos os saberes ou – como diria Afonso X, o Sábio – esse «ajuntamento de mestres e escolares com vontade e capacidade para aprender os saberes» (Sete Partidas, partida II, título XXXI), clarifica o sentido e mesmo a definição da Universidade.

No lema da presente Jornada Mundial da Juventude - «Enraizados e edificados em Cristo, firmes na fé» (cf. Col 2, 7) -, podeis também encontrar luz para compreender melhor o vosso ser e ocupação. Neste sentido, como escrevi aos jovens na Mensagem preparatória para estes dias, os termos «enraizados, edificados e firmes» falam de alicerces seguros para a vida (cf. n. 2). [leia mais]

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

[pdf] DO ÓCIO ALIENANTE AO TRABALHO DELIRANTE

DO ÓCIO ALIENANTE AO TRABALHO DELIRANTE

DO ÓCIO ALIENANTE AO TRABALHO DELIRANTE

Escrevinhação n. 903, redigido em 16 de agosto de 2011, dia de São Estevão da Hungria, de São Roque e de São João Francisco Régis.

Por Dartagnan da Silva Zanela

Um tema freqüente nos colóquios entre os entendidos dos problemas de nosso país é a força alienante que o trabalho, da rotina que nos são impostas por ele, exerce sobre nossas vidas. Todavia, quem disse que é o ofício o centro pulsante da realização da pessoa humana? Este, em si, faz parte, porém, não é o cerne da realização da pessoa humana. Aliás, o culto idolátrico da carreira como ponto nevrálgico da existência humana é, por si mesmo, de uma força alienante avassaladora.

Doravante, se formos francos, em um ofício, um dos elementos fundamentais de sua prática, é o fato dele ser um meio que nos permite obter os recursos materiais para que possamos viver e, consequentemente, realizar algo que encontra-se além dele e, este além, sim, poderá nos realizar como pessoa. Realização essa que dar-se-á não no âmbito do trabalho, mas sim, naquilo que hoje convencionou-se chamar de tempo livre.

Tchan, tchan! O fardo do homem moderno não está na rotina profissional, mas sim e principalmente, no fato dele não saber (e de certa forma não quer) o que fazer em seu tempo livre além de entregar-se tolamente ao ócio superficial, preenchido com algumas camadas de lazer degradante que o atola mais e mais em sua miséria existencial.

A cena mais corriqueira da sociedade hodierna é aquela onde visualizamos uma pessoa, saindo de seu trabalho com os ombros caídos, com as vistas cansadas, seguindo aturdida com passos derrotados, lamentando, solitariamente ou em grupo, suas frustrações em um alvoroço ininterrupto ou entre risos ululantes. Seja à frente de uma TV ou em uma mesa de bar com um cachorro engarrafado, lá está a imagem de uma alma que se permitiu derrotar pela imagem do tal do trabalho ideal sem nunca ter imaginado que o que há de mais precioso não está no trabalho, em si, mas sim, naquele precioso tempo que está para além da soturna rotina. Infelizmente, desperdiça-se esse tesouro tolamente com lazeres aparvalhados, sem conteúdo humano e sem medida digna.

O ofício, seja ele qual for, apenas exigirá de nós o que é da finalidade dele e não o que é o propósito da realização plena de nossa vida. Por isso mesmo, não fiquemos como um garotinho, lamentando o que não realizamos profissionalmente. Despenda essa energia naquilo que você pode realizar por e em você em seu tempo livre que, diga-se de passagem, não é pouco. De mais a mais, tempo é questão de gosto, não é mesmo? Falando nisso, como anda o seu?

É, meu caro, há mais coisas entre o céu e a terra do que nossa vã rotina.

Pax et bonum
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A importância da fiscalização dos municípios

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

PROGRAMA AVE MARIA, 11 de agosto de 2011.

O Programa Ave Maria é o Programa radiofônico da Paróquia Nossa Senhora de Belém e vai ao ar de segunda à sexta das 18h00 às 18h20. Nas quintas a apresentação do mesmo é feita por Dartagnan da Silva Zanela.


DOIS COMENTÁRIOS RADIOFÔNICOS

Comentários proferidos por Dartagnan Zanela - nos dias 10 e 11 de agosto - no programa CONVERSA AO PÉ DO RÁDIO que é transmitido pela Rádio Cultura AM/FM de Guarapuava.

REFLETINDO COM INGENIEROS


REFLETINDO COM JOSÉ ORTEGA Y GASSET

Joaquim Nabuco (em 04 partes) - De Lá Pra Cá - 25/04/2010



quarta-feira, 10 de agosto de 2011

[pdf] RATAZANAS DE ESGOTO E DEMAIS BICHOS ESCROTOS

RATAZANAS DE ESGOTO E DEMAIS BICHOS ESCROTOS

RATAZANAS DE ESGOTO E DEMAIS BICHOS ESCROTOS

Redigido em 01 de agosto de 2011, dia de Santo Afonso de Ligório, Doctor Zelantissimus.

Por Dartagnan da Silva Zanela

Confesso que tenho um certo horror desses tipinhos que se esforçam em ser politicamente-corretos em tudo, que adoram sempre parecer um bom-moço, preocupado com o meio-ambiente, em bajular minorias que se afogam em auto-piedade, em fim, desses sujeitinhos que imaginam ser um tipo ideal de ser humano simplesmente porque não usam sacolas plásticas e evita certas palavras que podem magoar sicrano e beltrano.

Confesso isso, porque, em regra, esses tipinhos são bem ao estilo que dão o tapa e escondem a mão. Ora, os mesmos que se dizem defensores da “paz” são os primeiros que aplaudem um atentado terrorista. Os que dizem que todas as culturas são iguais são os primeiros a atirar dejetos contra o Cristianismo. Aliás, os mesmos que se auto-proclamam apóstolos da tolerância são os mesmos que amam qualquer palavrório bazófio contra a Igreja Católica e o Conservadorismo Cristão e ficam indignados quando os Católicos (e Cristãos de um modo geral) se manifestam contrários a essa meleca toda. Ou seja: para elezinhos, os cristãos serem criticados é tolerância, agora eles se manifestarem é intolerável!

Falando o português bem claro, essa gente toda é fingida até a medula. E pior! Na maioria dos casos são tão confusos e complicados que são incapazes de reconhecer o imenso lodo de contradições que habita sua alma e deforma o seu caráter.

Sabe, já testemunhei (e continuo a testemunhar) inúmeros casos patológicos desse estado de demência. Casos onde o indivíduo confessa-se um Cristão “de fato” ao mesmo tempo em que afirma ser uma pena alguns índios terem sido convertidos pelos jesuítas. Ou então, que ficam embalando suas falas no ula ula do “sou da paz”, do “se há guerra sou contra”, ao mesmo tempo em que cultivam uma variante ideológica marxista (dissimulada em suas matizes culturais) defendendo, abertamente, o fomento e acirramento de conflitos entre gerações, entre gêneros, entre etnias e tutti quanti. E isso, como sempre, não é fomentar a violência nem disseminar a discórdia. No vocabulário desses, isso se chama “tomada de consciência”. Pois é, mais uma vez, os alienados somos nós e não eles não é mesmo?

Sem mais delongas, o que os move nesta confusão dos diabos é uma sanha totalitária sem limites, um desejo irascível de controlar a vida alheia e de lhes ditar não apenas o que pensar, mas a maneira apropriada de agir, de olhar e reagir a cada situação que a vida nos apresenta. Não é por menos que nossa sociedade encontra-se enferma, visto que, crenças similares a estas, embalam o nosso decrépito sistema educacional. Entra Zé, sai Barnabé, mudam-se as cores das bandeiras e o nominho que se dá para as besteiras pedagógicas, porém, todavia e, entretanto, as crenças que norteiam a (des)educação continuam no mesmo rumo, sem prumo, para o brejo.

Pax et bonum
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terça-feira, 9 de agosto de 2011

domingo, 7 de agosto de 2011

MEDITAÇÕES SOBRE A MORTE

Comentários proferidos por Dartagnan Zanela - no dia 05 de agosto - no programa CONVERSA AO PÉ DO RÁDIO que é transmitido pela Rádio Cultura AM/FM de Guarapuava.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

[pdf] O SONHO PARADISÍACO DO VIRA-BOSTA

O SONHO PARADISÍACO DO VIRA-BOSTA

O SONHO PARADISÍACO DO VIRA-BOSTA

Escrevinhação n. 901, redigido em 01 de agosto de 2011, dia de Santo Afonso de Ligório, Doctor Zelantissimus.

Por Dartagnan da Silva Zanela

"Nossa civilização está condenada porque se desenvolveu com mais vigor material do que espiritual." Essas palavras, simples e duras, tal qual a realidade que elas procuram retratar, são de Albert Schweitzer. E elas são mais realistas ainda quando, a partir de suas luzes, refletimos sobre a sociedade hodierna.

Inegavelmente, nossa sociedade brinda os seus membros com condições materiais muito boas. Sim, a maioria das pessoas, atualmente, tem acesso a confortos que a algumas centúrias passadas, nem as mais suntuosas elites sonhavam. Com a produção em massa, inumeráveis regalos chegaram a uma vastidão de pessoas. Todavia, como nos lembra o gentil sábio germano-franco, a expansão desses bens, de modo algum, ocorreu na mesma velocidade que a elevação moral dos sujeitos que passaram a ter acesso a eles, inclusive na civitas brasilis.

Sobre este ponto, recordo, de passagem, um colóquio feito por uma amiga, onde a mesma dizia que se lembrava do tempo em que ela era menina e tinha que caminhar um tantão, com o caderno, lápis, borracha e caneta, dentro de um pacote de arroz, para ir à escola. Nestes idos, ela dizia para si mesma: “eu quero mudar de vida. Não quero terminar meus dias assim não”. Dito isso, continuava ela afirmando que, diante dessa experiência pessoal, compreendia porque hoje se tem um desdém por tudo que é elevado e dignificante, pois, tem-se acesso a bens materiais sem muita dificuldade, então, por que haveríamos de querer nos dedicar a algo que exige de nós um relativo sacrifício. Por quê?

Alguns, manhosos, irão dizer que não temos acesso a tudo, mas temos, inegavelmente, acesso mais do que facilitado a, praticamente, todos os bens que julgamos importantes para nossas vidinhas, mesmo que não os mereçamos. Isso mesmo! O horizonte de realização humana do indivíduo médio, atualmente, restringe-se a conquista de um amontoado de brinquedinhos que em nada agregam valor as suas personalidades papalvas, mas que lhes serve como um pífio símbolo de distinção em meio a uma multidão de almas humanas mutiladas em sua humanidade.

Sim, somos indivíduos instrumentalizados, capazes de mandar um torpedo, manipular fotos, brincar de ficar antenado (fofocar, na verdade) pelo facebook e “partilhar” fotos pela rede. Entretanto, somos incapazes de compreender a profundidade e a beleza da Divina Comédia de Dante Aligeirei. Pois é, como esperar que pessoas tão descoladas exteriormente e rasas interiormente sejam capazes de reconhecer e diferenciar o sublime diante de suas vistas da deformidade inerente ao seu olhar? Ainda bem que possuímos um diploma para nos esconder do Sol da Verdade, não é mesmo?

Pax et bonum
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terça-feira, 2 de agosto de 2011

COMENTÁRIOS RADIOFÔNICOS - RÁDIO CULTURA

Comentários proferidos por Dartagnan Zanela - nos dias 01 e 02 de agosto - no programa CONVERSA AO PÉ DO RÁDIO que é transmitido pela Rádio Cultura AM/FM de Guarapuava.

TEMPOS MODERNOS


ESPERANÇA vs. UTOPIA

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

SANTO AFONSO DE LIGÓRIO, ROGAI POR NÓS.



Fundador da Congregação do Santíssimo Redentor, Bispo de Santa Ágata dos Godos e
Doutor da Igreja (Doctor Zelantissimus)

Terrorismo de imprensa, por Julio Severo

O terrorista norueguês Anders Behring Breivik proclamava abertamente a supremacia da "ciência" de Charles Darwin sobre a Bíblia. Darwin não reconhecia Deus como a origem da vida humana, mas a atribuía às amebas e aos macacos. Essa "ciência" era a base da Alemanha nazista e da União Soviética, sistemas políticos e ideológicos hostis ao Cristianismo.

Entretanto, em resposta ao ato terrorista do darwinista fundamentalista, a imprensa esquerdista aproveitou a oportunidade para cometer um grande atentado terrorista: dizer que o norueguês era cristão conservador. E por que não aceitar essa mentira? Essa é mesma imprensa que idolatra como "ciência" as teorias de Darwin, tornando Breivik muito mais próximo do secularismo da mídia do que os cristãos conservadores, que sempre desprezaram Darwin, Alemanha nazista e União Soviética.

Mas e se o norueguês realmente fosse um cristão conservador? O que a imprensa faria? [leia mais]