DO PÓ AO PÓ

Por Dartagnan da Silva Zanela,
Em 09 de março de 2011.

Das cinzas vim
A elas irei tornar.
Mas a graça divina
Nosso luminoso centro,
Nos Libertará deste
Tão triste fim.
Das cinzas vim
De cinzas sei
Que feitas são
As obras de minhas mãos.
Mãos presunçosas
Que agem sem razão
E que...
Muitas das vezes
Labora na condenação
Da alma
Que as move
Nas mais turvas direções.
Das cinzas vim
Com cinzas fui feito
Mas a luz Daquele que é
Em meu socorro virá
No momento em que
Minha respiração cessar
E ao pó retornar.

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