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Mostrando postagens de 2011

O Demônio da Distração - Wolfgang Smith

Credo de Dom Quixote [Mídia sem Máscara]

Creio na sabedoria divina criadora do cosmos;
Creio no cavalheirismo dos libertadores de bons prisioneiros; creio no amparo aos perseguidos, e aos necessitados, ávidos de justiça e de liberdade.
Creio no orgulho ante os poderosos; na justiça ante os maus; na magnanimidade ante os bons e os mansos, na delicadeza ante as mulheres e as crianças.
Creio na coragem; no domínio dos desejos e no amor eterno.
Creio na vida e na morte; amo as sombras dos bosques e a luz plena do meio-dia.
Creio na cavalaria andante, realização suprema do homem bom e viril.
Creio que há sempre um ideal a conquistar; feiticeiros que combater, duendes que enfrentar, e monstros que destruir.
Creio na necessidade do mal para maior glória do bem.
Creio na noite para maior glória do sol, e no sol para maior glória da lua, inseparáveis amigos e confidentes dos campeadores do ideal.

SANTOS, Mário Ferreira dos. Antologia da Literatura Mundial - Páginas Várias. São Paulo: Editora Logos, 1ª edição, 1960.

VIVA SÃO TOMÁS BECKET!

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"Morro de boa vontade por Jesus e pela santa Igreja", disse-lhes; e eles abateram-no com as espadas. Sobre São Tomás Becket.
Filme em 15 partes



UM BALANÇO GERAL

Escrevinhação n. 926, redigido em 27 de dezembro de 2011, dia de São João, Apóstolo e Evangelista.
Por Dartagnan da Silva Zanela

Todo ano novo, nós, brasileiros, de um modo geral, escancaramos o ser macunaímico, a infantilidade latente da moralidade de nosso ethos societal. Sociedade esta que, com todas as suas forças, nega-se a atingir a maior idade, idolatrando a sua inconstância moral.
Feito crianças que acreditam na existência de papai Noel e na presença terrificante da Kuka nas redondezas, adultos de todas as tribos apegam-se a uma mandinga, a uma superstição, como se o pio respeito a esta, ou aquela, fosse mover forças cósmicas que conspirariam a nosso favor, transmutando nossas vidas em algo mais benfazejo, similar ao nosso velho Macunaíma que depositava todas as suas esperanças nas forças telúricas da pedra de Muiraquitã.
Obviamente, não estou culpando as superstições pela baixa moralidade brasileira. O que estamos afirmando é que o frenesi em torno dessas, nas vésperas do ano nas…

EIS QUE O AMOR SE FEZ CARNE

Escrevinhação n. 925, redigido em 20 de dezembro de 2011, dia de São Domingos de Silos.
Por Dartagnan da Silva Zanela
O amor em sua forma plena é sacrifício, um gesto abnegado, gracioso, onde o amante vê-se apenas movido pelo bem da amada. O amor não nos leva a perguntar sobre a serventia do objeto ou da pessoa amada, porque ele não é utilitarista. É simplesmente o que deve ser: uma força que move o amador a imolar-se em nome da realização daquele que é apontado pelo amoroso caminhar como razão de nosso viver.
O amor não é um reles sentimento. É antes uma realidade ontológica. Não haveria sociedade humana, não existiria humanidade sem a realidade do amor. Tal afirmação parece um tanto estranha em uma sociedade como a nossa que tanto gosta de repetir mantras vazios que declaram que somos maus e pérfidos por natureza, porém, esquecemo-nos que tal maledicência é uma inclinação acidental em nós e não um elemento fundante do ser.
De tão acostumados que estamos à essa turva ladainha, que esquec…

Como reagir diante das perseguições que a Igreja sofre?

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A visão apocalíptica da mulher revestida de sol, perseguida pelo dragão e indo para o deserto é a imagem atual da Igreja de Cristo. O grande dragão das ideologias, personificação moderna da maldade e do próprio Satanás investe com força cada vez maior contra os filhos de Deus.
Então, como o cristão deve reagir a esses ataques?
O Papa Bento XVI socorre seus filhos recordando a força de nossa mãe, a Virgem Maria. Ela, que tem o poder de esmagar a cabeça da serpente, oferece quatro armas para vencer essa luta. Quais são essas armas? É o que o programa Parresía desta semana apresenta.

Do blog de José Carlos Zamboni

07/12/2011. Hoje todos falamos mal do politicamente correto, inclusive na universidade, seu centro gerador, mas não dá para esquecer que quem abriu caminho para melhor enxergar a imbecilidade da coisa, quase solitariamente, foi o filósofo Olavo de Carvalho, no início dos anos 90.
Lembro do colega que, em 1992 ou 93, apareceu com um recorte da Folha (quando ainda deixavam o Olavo escrever lá), sintetizando por escrito tudo o que ele e eu já começávamos a murmurar pelos corredores da Unesp, mas ainda sem coragem de enfrentar o establishment acadêmico com aquelas ideias na contramão.
O imbecil coletivo, primeiro livro de projeção do filósofo, vai ficar na história da cultura brasileira como marco decisivo da inteligência, toque de alarme para acordar o país já à beira do buraco. Mas o país não ouviu e mergulhou — fundo, fundo, fundo — na merda.
http://www.jczamboni.com.br/

Os dois senhores da CNBB

Por Leonardo Bruno
Escapou pela internet a notícia de que a CNBB fez um acordo secreto com a senadora Marta Suplicy, para aprovar tacitamente o PLC 122, a famigerada “lei anti-homofobia”. Em nota publicada na página da CNBB, de 7 de dezembro de 2011, a mesma negou que houve um acordo. Deu a entender que ocorreu apenas uma conversa, em audiência no dia 1º de dezembro de 2011, quando a entidade escutou a proposta da senadora, e reiterou o compromisso de “combater todo tipo de discriminação”. Linguajar visivelmente suspeito o do emissor da nota, o Cardeal Raimundo Damasceno Assis, de Aparecida.
Revelam-se aí duas versões diferentes e contraditórias. A pergunta que não quer calar é: quem está mentindo? Dona Marta Suplicy, que confirmou o apoio da CNBB? Ou a autonomeada entidade representante dos bispos do Brasil, que diz negá-lo? Se for verdade que existiu um acordo entre a política petista e os bispos (e muitas fontes confiáveis confirmam), a CNBB mostrou que é covarde, mentirosa e indigna…

NOITE ESCURA - São João da Cruz

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E MINERVA DESCANSA EM MEIO A TURBULÊNCIA

Escrevinhações n. 924, redigido em 13 de dezembro de 2011, dia de Santa Luzia e de Santa Otília.
Por Dartagnan da Silva Zanela
Por que minhas palavras negam-se a tecer qualquer gentileza frente as almas que se empavonam com toda ordem de trocadilhos politicamente corretos e chavões críticos provenientes de uma consciência apatetada? Por que sou uma pessoa tão ruim de pena (e boca) tão suja? Talvez, penso eu, porque quando a hipocrisia é elevada a categoria de sumo bem o sujeito reduz-se a uma condição infra-humana, vendo a si mesmo como uma fotocópia apolínea da perfeição que não detém e nem mesmo deseja e que, na verdade, despreza. É difícil respeitar algo desta monta.
Cabe lembrar que não sou contra a promoção social de uma pessoa menos abastada como esses tipinhos pensam. Aliás, somente idiotas, como os cidadãos bons-moços, imaginam isso. Talvez, o que eles não percebam, e não querem perceber, é que há uma diferença muito grande entre promover alguém mediante os seus méritos e esforç…

Marketing do Desejo

Por Luis Felipe Pondé
É verdade que resistir ao desejo não garante felicidade alguma, mas uma cultura dominada pela ideia de felicidade é uma cultura de frouxos. Mas outra verdade, não menor do que a anterior, é que o desejo pode ser um companheiro traiçoeiro. A afetação da felicidade faz de nós retardados mentais. Eu nunca confio em gente feliz. [leia mais]

Gravação da aula ao vivo: "PL122 - A lei da mordaça gay"

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Viva Nossa Senhora de Guadalupe, Padroeira das Américas!

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DA MISÉRIA NOSSA DE CADA DIA

Escrevinhação n. 923 redigido em 06 de dezembro de 2011, dia de São Nicolau de Mira.
Por Dartagnan da Silva Zanela
Afirma Nicolás Gómez Dávila que “há dentro de todas as coisas a indicação de uma possível plenitude”. Sim, em tudo e em todos há uma tendência a realização plena do ser. Todavia, para qual norte tendemos? Para qual direção fiamos o nosso caminhar? Sim, essa é uma pergunta aparentemente banal, porém, não tão banal e vazia quanto à forma como vivemos os nossos dias por esse vale de lágrimas.
Quando se aproxima do término de um ano letivo, cremos que seja uma ocasião impar para realizarmos um exame de consciência, sincero, profundo e profícuo e não raso e promiscuo como tudo o mais. Para tanto, penso que a presença de algumas perguntas seria de bom tom para que essa apreciação atenda razoavelmente os seus objetivos. Primeiramente, tudo o que aprendemos e vivemos neste ano é digno de ser levado conosco para a eternidade? Aliás, o que realmente aprendemos e vivemos neste ano que…

MENSAGEM MARIANA E SUA ATUALIDADE

Escrevinhação n. 922, redigido em 29 de novembro de 2011, dia de São Saturnino de Toulouse.
Por Dartagnan da Silva Zanela

Há momentos em que a realidade devela-se diante de nossa vista de modo tal que nos sentimos arrebatados. Na semana que passou tive uma dessas experiências quando, próximo do término Santa Missa celebrada no Santuário do Passo da Reserva (em Reserva do Iguaçu), foi dramatizada a Aparição de Nossa Senhora em Fátima ao som da Ave Maria de Schubert. Encenação essa organizada pelas catequistas da paróquia Nossa Senhora de Belém.
Não apenas a beleza era singular, como a inocência apresentada pelas crianças e adolescentes que participaram deste singelo tributo à nossa Mãe Espiritual. Senti-me participe daqueles acontecimentos. Silenciei-me interiormente. Fiquei, por certo momento, taciturno, diante da solidão da mensagem de Fátima que, infelizmente, não encontra nos corações humanos a necessária ressonância.
De mais a mais, pergunto: o que a Virgem Santíssima pede a todos nós…

[pdf] IN MEMÓRIA: ISABEL, A REDENTORA

IN MEMÓRIA: ISABEL, A REDENTORA

Escrevinhação n. 921, redigido em 22 de novembro de 2011, dia de Santa Cecília e do Bem-aventurado Tiago Reggio.
Por Dartagnan da Silva Zanela
No ano da Graça de 1888 fora assinada a áurea lei que dava um golpe capital ao regime escravocrata que maculava a marejada face desta mãe gentil. O jornalista abolicionista José do Patrocínio, nesta abençoada data, adentrou o recinto imperial e atirou-se junto a seus pés da senhora das mãos justas que empunharam a bendita lei e, tomado por prantos de júbilo, disse que a História sempre haveria de fazer jus à Princesa Redentora.
Todavia, Dona Isabel não apenas assinou a lei de 13 de maio. No correr de sua vida, desde a sua mocidade, fiou-se na luta abolicionista. Inúmeras vezes ela abrigou, escondeu, escravos fugitivos em sua residência, financiou a alforria de inúmeros escravos com seus próprios recursos e apoiava abertamente o Quilombo do Leblon. Cade destacar o fato de ela participar ativamente dos trabalhos do movimento abolicionista, inclusive…

[pdf] A REPÚBLICA DE NINGUÉM

A REPÚBLICA DE NINGUÉM

Escrevinhação n. 919, redigido em 15 de novembro de 2011, dia de Santo Alberto Magno e de São Leopoldo III.
Por Dartagnan da Silva Zanela
Refletir sobre a experiência republicana brasileira é uma tarefa inglória, porém, como todas as tarefas desta monta, faz-se necessário que a abracemos como um fardo pessoal. Sim, todos conhecem claramente a imagem turbulenta que assombra nossa nau capitânia, essa mátria republicana, tratada como meretriz, chamada Brasil, mas, o que fazemos por nossa mãe gentil? O que fazemos para lavar a honra desta que nos pariu e que, dia após dia, vê-se enxovalhada por biltres de toda ordem de desqualificação, o que? Nada?
Nada já seria alguma coisa. Fazemos pior! Ficamos nos lamentando pelos cantos feito ratos em um paiol velho, choramingando como criancinhas mimadas pelos regalos da vida moderna, por sentirmo-nos vilipendiados em nossos sacrossantos direitos de cidadãozinho pagador de impostos que alimentam o erário que é utilizado para fins, no mínimo, duvidosos.

[pdf] A GAMELA ESTÁ FURADA

A GAMELA ESTÁ FURADA

Escrevinhação n. 917, redigido em 25 de outubro de 2011, dia de São Félix e São Proclo.
Por Dartagnan da Silva Zanela
Ensina-nos o escritor Nícolás Gómez Dávila que “os reformadores da sociedade atual se empenham em decorar os camarotes de um barco que está naufragando”. Quando li esta frase da lavra deste aquilatado escritor colombiano, a primeira imagem que veio à minha mente foi a do espírito reformista forever que toma conta de nosso sistema educacional.
Bem, em se falando disso, reflitamos sobre a própria ideia, mal colocada, das infindáveis reformas que há décadas vem sendo implantadas e abusadas, desta sanha por destruir os alicerces de toda a sociedade justificada no intento de melhorá-la.
Quanto, por exemplo, reforma-se uma casa, procura-se apenas reparar os danos que se fazem presentes nela e/ou ampliar-se aqui ou acolá. Todavia, quando se procura trocar os alicerces dessa, o que se têm, antes de qualquer coisa, é um ato insensato. Isso mesmo! Se mexermos nesses a casa cai. Todo…

ENTREVISTA COM ROBERTO CAMPOS - RODA VIVA

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O silêncio não vai ajudar a Igreja”, diz padre Paulo Ricardo

Paulo Ricardo de Azevedo Júnior é um padre no sentido pleno da palavra. E não apenas por usar batina. Eis um padre que segue o catecismo, o missal e a doutrina católica. Um padre que defende a Igreja e o papa. Um padre estudioso e com grande domínio da palavra. Um padre que conhece profundamente as questões canônicas. Um padre que fala de vida espiritual. Um padre que não ignora este mundo, mas sem jamais esquecer o outro. Um padre que não se furta a criticar outros sacerdotes, sobretudo o chamado “clero progressista”, ligado à teologia da libertação. Um padre à maneira antiga – tão antiga quanto os 2 mil anos da Igreja Católica.
Com todas essas qualidades, o padre Paulo Ricardo está fazendo um grande sucesso com seu trabalho de evangelização na internet. Através do site padrepauloricardo.org, ele diz o que pensa para um público cada vez mais amplo – e constituído em grande parte por jovens.
Nascido em novembro de 1967, o padre Paulo Ricardo foi ordenado em 1992, pelo papa João Paulo II…

Novena pelas Almas do Purgatório

[pdf] AS DORES DA VIRGEM SANTÍSSIMA

AS DORES DA VIRGEM SANTÍSSIMA

Escrevinhação n. 916 redigido em 24 de outubro de 2011, dia de Santo Antônio Maria Claret e do Bem-aventurado Luis Guanella.
Por Dartagnan da Silva Zanela
O quarto mistério gozoso do Santo Rosário, como todos nós sabemos, é a apresentação do menino Jesus no Templo (Lucas II, 22-39). Neste, temos a presença do profeta São Simeão que declara que o coração da Virgem Santíssima seria transpassado por uma espada. Estava, deste modo, anunciada a dolorosa paixão de Nosso Senhor e a de Sua Santíssima Mãe.
Bem, diante disso, ouso indagar, mesmo que não seja ouvido: simbolicamente, o que seria essa espada que transpassa o coração de Maria Santíssima? Sim, literalmente falando, o gládio representa a dor de Nossa Senhora diante da Crucificação de seu Bendito Filho, mas, em termos simbólicos, o que esse vil instrumento representa? O que essa passagem do Evangelho está nos ensinando?
A espada somos nós que desprezamos o santo sacrifício realizado por seu divino Filho e por ela que, por amor a Deus e a …

[pdf] É DISSO QUE A BRASILIDADE PRECISA

É DISSO QUE A BRASILIDADE PRECISA

Escrevinhação n. 915, redigido em 21 de outubro de 2011, dia de Santa Úrsula e Companheiras e de São Hilarião.
Por Dartagnan da Silva Zanela
Em sua pregação, por ocasião da Celebração em honra de Nossa Senhora Aparecida, o padre Paulo Ricardo havia afirmado que tem vergonha de ser brasileiro porque ama o Brasil. Ao dizer isso, o preclaro sacerdote fora muitíssimo feliz e, é claro, assino embaixo.
Amar alguém não significa que devemos aceitar e apoiar todas as sandices que este pratique. Amar é colaborar para que o amado cresça, melhore, eleve-se. Por isso, olhar para o estado em que se encontra o nosso País e dizer que se tem orgulho desta tragédia não é sinônimo de amor não, mas sim, de cinismo, de indiferença, de superficialidade tosca e de uma pusilanimidade cabal.
Ora, não dá para afirmar que um pai ama verdadeiramente seu filho quando este aplaude a autodestruição do jovem que mergulha no mundo das drogas, do desregramento, da desídia e da irresponsabilidade. Agir assim, orgulhar-se …

[pdf] NEM UMA COISA, NEM OUTRA

NEM UMA COISA, NEM OUTRA

Escrevinhação n. 913, redigido em 28 de setembro de 2011, dia de São Wenceslau.
Por Dartagnan da Silva Zanela
Confesso que durante algum tempo de minha parva vidinha, aquela velha querela sobre benevolência ou a malevolência da natureza humana ocupou uma boa parcela de minha atenção. Hobbes e Maquiavel de um lado, Rousseau e Montaigne do outro, sem contar as inúmeras outras almas que inclinavam sua pena para uma ou outra coluna desta peleja. Todavia, sejamos francos: não estamos com essa bola toda.
A questão está muito elevada meu caro Watson. O ponto não é sabermos se somos bons ou maus por natureza, porque não somos uma coisa nem outra. Na verdade, somos fundamentalmente mesquinhos e medíocres. Estamos muitíssimo distante da grandeza de um Santo ou da imagem titânica de um monstro. Poucos são os que se elevam a essas altitudes. A maioria dos reles mortais como eu e você não passam de seres diminutos com preocupações e intenções mesquinhas.
Sim, somos isso mesmo meu caro. Mesquinhos. Nos…

REFLETINDO COM THOMAS MERTON

"O ‘deserto’ do espírito humano ainda não é totalmente hostil à vida espiritual. Ao contrário, seu silêncio ainda é um silêncio restaurador. Quem tenta escapar da solidão e do confronto com o Deus desconhecido pode acabar sendo destruído na solidão atomizada, caótica e sem sentido da sociedade de massas."

Gravação da aula ao vivo: "Tratado da Verdadeira Devoção..." Parte 1 (27/09/2011)

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True Outspeak - 12 de outubro de 2011

Leituras indispensáveis

Democracia normal e patológica - I
Por Olavo de Carvalho

A extrema esquerda se distingue da esquerda por uma questão de grau. Já a extrema direita e a direita acabam se revelando incompatíveis em essência. [leia mais]
Democracia normal e patológica - II
Por Olavo de Carvalho

A farsa existencial com que a esquerda governante inventa inimigos para camuflar seu controle hegemônico tornou-se a norma e padrão para o país inteiro, invadindo as consciências e expelindo cada pensamento para longe da realidade. [leia mais]

[pdf] A SOBERBA NA EDUCAÇÃO

A SOBERBA NA EDUCAÇÃO

Escrevinhação n. 912, redigido em 18 de setembro de 2011, dia de São José Copertino.
Por Dartagnan da Silva Zanela
Há uma passagem do Santo Evangelho que todos conhecem, porém, raramente reflete-se sobre a sua gravidade. É a que versa sobre a parábola do fariseu e do publicano (Lucas XVIII 9-14). Como nos lembra Santo Afonso de Ligório, no primeiro personagem temos a imagem transparente de uma alma convencida de sua pureza, se colocando a lisonjear-se perante Deus em suas preces. No segundo, temos a imagem de um penitente convicto de que sua alma apenas poderá encontrar algum consolo junto aos méritos Daquele que é e não na pequenez de sua vida.
Nelas, temos a imagem da soberba e da humildade que se fazem presentes em nosso coração, em nosso íntimo, em uma constante tensão dialética. Cada um de nós tem que conviver com esse conflito, reconhecer e aceitar a sua presença para que, a duras penas, possamos enfrentá-lo e superá-lo no correr de nossos dias por esse vale de lágrimas e, quem sab…

Pregação: “Nossa Senhora da Conceição Aparecida Imperatriz do Brasil”

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Discurso do Papa Bento XVI no Parlamento Alemão (Português)

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[pdf] UMA HISTÓRIA ENTRE TANTAS OUTRAS

UMA HISTÓRIA ENTRE TANTAS OUTRAS

Escrevinhação n. 911, redigido em 18 de setembro de 2011, dia de São José Copertino.
Por Dartagnan da Silva Zanela

"Não fujas, não fujas: se foges, para onde vais"? Eis a questão inquietante que nos levanta Willian Blake. Sim, vivemos fugindo. Fugimos de nossos deveres, de nossas culpas, de nossas vergonhas e vexames, da vocação a que fomos chamados, enfim, fugimos incansavelmente de nós mesmos e varremos para debaixo do tapete do esquecimento as consequências de nossa irresponsabilidade, mesmo que essas se tornem a cada dia que passa uma força maior a pesar sobre nossa vida.
Muitas são as histórias tristes que conhecemos, direta e indiretamente, sobre essa problemática. Algumas tocam nosso íntimo, já outras apenas reforçam nossa insensibilidade, porém, nenhuma, praticamente, nos desperta para a Verdade sobre nossa pacoviedade existencial porque, literalmente, não queremos despertar de nossa letargia umbilical. Preferimos fugir a enfrentar a fera que nos mantém reclusos em noss…

[pdf] A LUZ DA RAZÃO NA IDADE DAS TREVAS

A LUZ DA RAZÃO NA IDADE DAS TREVAS

Escrevinhação n. 910, redigido em 14 de setembro de 2011, dia de São Materno de Colônia.
Por Dartagnan da Silva Zanela
É impressionante o quanto que os sabidinhos orgulham-se de sua apoteótica ignorância sobre os assuntos que eles discutem com ares doutorais. Criticam de maneira tão ávida as tais decorebas sem flagrar que tudo o que eles sabem sobre determinados assuntos não passa de um reles decorar mecânico de um amontoado de lugares comuns que aprenderam na mocidade, raciocinando a partir de um amontoado de esteriótipos toscos que lhes serve de medalhão de auto-afirmação frente a seus pares que, por sua deixa, vêem-se imersos na mesma atmosfera delirante reafirmando assim a sua estulta alienação.
Caso deveras ilustrativo deste estado de espírito são os esteriótipos que os sabidos edificam e propagam sobre a Idade Média como sendo uma época de obscurantismo e supertição. E Pior! Falam sobre o Santo Ofício e sobre estes idos com aquele olhar de profundo conhecedor do assunto, como se ti…

CIDADES E SANTOS

"País de tradição católica desde seus primórdios, mais de 2.500 cidades brasileiras homenageiam santos em seus nomes.
Destas, 236 fazem referência a Santo Antônio, como Santo Antônio das Missões (RS), Novo Santo Antônio (MT) e Barra de Santo Antônio (AL).
Outras 220 homenageiam São João, como São João Nepomuceno (MG), São João do Araguaia (PA) e São João do Sul (SC).
São Francisco batiza 127 cidades, como Amparo de São Francisco (SE), São Francisco do Conde (BA) e Barra de São Francisco (ES).
Além destas, são 118 referências a Santa Maria. É o caso de Santa Maria do Oeste (PR), Santa Maria da Boa Vista (PE) e Santa Maria da Vitória (BA). "
Fonte: Banco de Nomes Geográficos do Brasil/ IBGE http://www.bngb.ibge.gov.br/bngb.php
http://www.ibge.gov.br/home/presidencia/noticias/noticia_visualiza.php?id_noticia=1983&id_pagina=1

São Padre Pio de Pietrelcina, rogai por nós

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PADRE PIO- O FILME COMPLETO

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[pdf] QUANDO O GALO CANTAR...

QUANDO O GALO CANTAR...

Escrevinhação n. 909, redigido em 13 de setembro de 2011, dia de São João Crisóstomo e de São Maurílio de Angers.
Por Dartagnan da Silva Zanela
Nadar contra a maré nunca é fácil, mas, muitas vezes, é o único caminho sensato. Penso que na atualidade esse seja o caminho a ser trilhado no que tange o que canhestramente convencionou-se chamar de educação.
Quando apontamos isso, não estamos, de jeito algum, afirmando que temos uma proposta inovadora a ser implementada em larga escala junto ao sistema atual, por duas razões: (i) todo aquele que afirma isso não sabe o que é educação, nunca foi educado e muito menos se educou; (ii) não é possível tornar uma farsa burlesca em algo verdadeiro (ou esperar que algo legítimo faça-se a partir do engodo).
Nadar contra maré, nesta seara, é recusar-se a assimilar os preceitos materialistas estupidificantes que hoje fundamentam nosso sistema educacional. E o caminho é este. Não há outro. E basta de dedos acusadores, pois estes não evocam a justiça. Eles ap…

NÚMEROS, NO MÍNIMO, CURIOSOS

1 - Poucos sabem, certa imprensa não diz, mas o fato é que a taxa média de crescimento de matrículas nas universidades federais entre 1995 e 2002 (governo FHC) foi de 6% ao ano, contra 3,2% entre 2003 e 2008 - seis anos de mandato de Lula;
2 - Só no segundo mandato de FHC, entre 1998 e 2003, houve 158.461 novas matrículas nas universidades federais, contra 76.000 em seis anos de governo Lula (2003 a 2008);
3 - Nos oito anos de governo FHC, as vagas em cursos noturnos, nas federais, cresceram 100%; entre 2003 e 2008, 15%;
4 - Sabem o que cresceu para valer no governo Lula? As vagas ociosas em razão de um planejamento porco. Eu provo: em 2003, as federais tiveram 84.341 formandos; em 2008, 84.036;
5 - O que aumentou brutalmente no governo Lula foi a evasão: as vagas ociosas passaram de 0,73% em 2003 para 4,35% em 2008. As matrículas trancadas, desligamentos e afastamentos saltaram de 44.023 em 2003 para 57.802 em 2008.
Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

[pdf] INDO DE ENCONTRO AO PONTO DO CONTO

INDO DE ENCONTRO AO PONTO DO CONTO

Escrevinhação n. 908, redigido em 06 de setembro de 2011, dia de São Liberato de Loro.
Por Dartagnan da Silva Zanela

Sei que não são poucos os olhares tortos que surgem, seguidos dos necessários narizinhos empinados, quando um caipira como este que vos escreve afirma que um dos grandes males que assola as almas juvenis é a dita criticidade que tanto empolga as almas sebosas que imaginam educar o mundo sem antes terem completado a sua educação pessoal. Que fazer? Durmo na pia da cozinha.
Dito isso, indo ao ponto do conto: por que percebo a educação hodierna deste modo? Pela simples razão de que de tanto pensar morreu um burro. Explico-me: antes de ousarmos criticar qualquer coisa é de fundamental importância que a percebamos e a assimilemos tal qual ela é para apenas mais tarde fiarmos pela trilha da apreciação crítica.
Um exemplo que julgamos extremamente didático são as artes marciais. Quando um mestre ensina um aluno para que ele torne-se um bom lutador, o que ele faz? Ele ensina critic…

A MORTE NO CALVÁRIO - MACHADO DE ASSIS

O burguês segundo Marx

por Olavo de Carvalho
Um dos mais queridos entretenimentos dos marxistas, desde há um século e meio, tem sido defender Karl Marx da acusação de economicismo.
Longe de reduzir tudo às causas econômicas, dizem eles, o autor de O Capital enxergava no processo histórico a ação simultânea de um complexo de fatores, incluindo o cultural e o religioso, onde a economia só viria a predominar "em última instância", cedendo frequentemente o passo às demais forças. A imagem de um Karl Marx obsediado pela onipotência da economia é, alegam, uma redução pejorativa, criada para fins de propaganda pelos críticos burgueses. Há alguma verdade nisso.
Marx não era nenhum simplório, sujeito a deixar-se embriagar pela obsessão da causa única, mágica, universalmente explicativa.
Acontece, no entanto, que toda a engenhoca explicativa do marxismo não foi concebida como pura filosofia, e sim como instrumento prático de destruição da sociedade burguesa, e há nela uma nítida defasagem entre a teoria geral…

Inaceitáveis obviedades!

Por Percival Puggina
Quer ser impopular? Diga que há um desastre civilizacional em curso, motivado pela corrosão dos valores da tradição judaico-cristã. Quer desagradar a muitos? Proclame ser escandalosa a conduta de uma sociedade inteira que joga sua cultura e moralidade nos cínicos labirintos do relativismo até se extraviar totalmente de uma e de outra. E, depois, se queixa das consequências. [leia mais]
Acesse o site do autor: http://www.puggina.org

37 - Parresía: "Gigante Adormecido"

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[pdf] NÃO TEMAIS ÍMPIAS FALANGES...

NÃO TEMAIS ÍMPIAS FALANGES...

Escrevinhação n. 907, redigido em 06 de setembro de 2011, dia de São Liberato de Loro.
Por Dartagnan da Silva Zanela
A quem devemos o que temos? A quem devemos a existência do país que hoje nos abriga? Quais são os artífices desta obra que hoje chamamos nossa Pátria? Sim, as pífias almas gritam que tudo isso é obra da tal da “zelite”. É, todo estulto que não sabe apresentar uma resposta justa inventa, com alguns cacoetes mentais e um bom tanto de bobagens abstratas, uma indigna justificativa para sua tolice.
De mais a mais, ousaria levantar outra pergunta, versando de forma diversa sobre o mesmo tema. Seríamos nós capazes de realizar essa obra, a independência do Brasil, de uma forma melhor? Seríamos nós melhores que os mentores dessa nação? Somos tão melhores, meu caro Horácio, que os condenamos e cobrimos suas memórias com insídias sem ao menos conhecê-los. E mesmo assim, afogados em nossa soberba (depre)cívica, imaginamos, de maneira doentia, que o que o Brasil tem de melhor somos nós…

Hino da Independência do Brasil

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[pdf] DA (DEPRE)CÍVICA INDIGNAÇÃO

DA (DEPRE)CÍVICA INDIGNAÇÃO

Escrevinhação n. 906 redigido em 30 de agosto de 2011, dia de São Félix e Santo Adauto.
Por Dartagnan da Silva Zanela

A imagem de um marmanjo entregando-se a um teatrinho bufo de auto-piedade é algo que, a cada dia que passa, faz-se mais freqüente nesta terra de desterrados. E o pior de tudo é que os ditos e escarrados sujeitinhos não se flagram do quão ridículo eles se tornam portando-se assim, principalmente por cobrirem-se com o infame manto de cidadanite.
É aquele trololó de meu direito a isso pra cá, é o blábláblá de meu direito a aquele outro pra lá, batem o pé, esperneiam, até choram e reclamam, sorrateiramente, pelas vielas impudicas do anonimato sobre as grandes injustiças do mundo. Mas, me diga uma coisa cara pálida: o que você fez pelos outros para ser merecedor de tamanha distinção? O que você fez por você mesmo para que as pessoas passem a olhá-lo e ouvi-lo com tanta essa atenção?
Por favor, não chore e nem fique bravinho, porque as questões que realmente interessam são essas…

Quem é que manda no pedaço

por Percival Puggina
Professores, diretores de escola, bons alunos e bons pais sabem, todos, que o Estatuto da Criança e do Adolescente, ainda que concebido sob as melhores intenções, muito contribuiu para a irresponsabilidade dos menores num sentido geral e dos estudantes num sentido muito particular. Digam o que disserem quantos desejem canonizar o ECA pela santidade de seus objetivos, o fato é que na ausência de autoridade, normas e sanções as condutas se desregram. E foi exatamente isso que passou a acontecer nas escolas a partir do momento em que foi fragilizada a autoridade de professores e diretores e consagrada a supremacia infanto-juvenil. Não bastasse isso, no Rio Grande do Sul ao menos, quem quiser ser diretor de escola pública tem que fazer campanha e angariar votos entre os alunos... Depois, quando o colégio vira um sanatório, todos dizem - "Oh, que horror!". [leia mais]

36 - Parresía: "Legalização do aborto no Brasil"

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