PENSANDO BLOGICAMENTE – n. 10

(curiosidade não é inteligência)

É comum vermos as vozes deformantes da opinião pública o dito que afirma que as pessoas inteligentes, em regra, descrêem em Deus. Esse dito, além de ser uma mentira deslavada é repetido, com arrogância e orgulho, por uma multidão ululante de idiotas que acreditam e professam isso por se auto-declararem mais inteligentes que as demais. Quanta tolice. Veja bem, uma coisa é a curiosidade que nos leva, em certo momento da vida, a duvidarmos da existência de Deus, outra é a insistência tola em seguirmos persistindo em uma conclusão errônea. No caso, a de que Deus não existe. Descrer em Deus, não é sinal de inteligência não. Em curto prazo é curiosidade perigosa. Quando o prazo é alongado pela teimosia e orgulho humano é demonstração inconteste de burrice da brava. De mais a mais, se deitarmos as meninas de nossos olhos nas páginas da história poderemos ver que a maioria inconteste dos grandes sábios, filósofos e cientistas foram homens de fé, devotadamente religiosos. Mas, para tanto, os descrentes que se julgam tão inteligentes deveriam aprender com os reles mortais a estudar para aprender e crescer como pessoa para não ficarem apenas agrilhoados aos seus trocadilhos imbecilizantes que apenas demonstram uma clara pequenez de compreensão, uma miséria de vida dissimulada e superficial. Aliás, estudar faz muito bem, desde que, tenhamos em vista o conhecimento da Verdade e não a procura de subterfúgios para afirmar nossas pífias “verdades”. Quem sabe se esses biltres passassem a agir assim poderão perceber os inúmeros sinais da misericórdia divina que se fazem presentes em todas as partes da criação, inclusive em sua maltratada inteligência.

Dartagnan da Silva Zanela,
13 de fevereiro de 2010.

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